ilf 18

 

ILF Cap 18

 

— Somente eu que percebi que vocês se esqueceram de um detalhe? — Cam se levantava.

— Eu pensei neste detalhe, somente estava sem coragem de pondera-lo. — respondi a ele, eu sabia sua preocupação.

— Pois bem se for por tudo em pratos limpos, vamos por, eu vivo há anos a sua sombra Bella.

— Cam! — Luci tentou segurar seu braço quando ele levantava em minha direção.

— Deixe-o Luci, ele tem direito de se expressar.

— Como disse, eu vivo e morro juntamente com você, minha vida é ligada a sua, nossos espíritos Bella, e agora com algo tão importante em jogo eu devo me manifestar.

— Tem todo esse direito filho. — Gabriel foi à direção dele, mas vi Cam se esquivar.

— Somos ligados de um jeito estranhamente forte ao ponto de sua morte causar a minha, mas o que vai acontecer assim que for transformada? Seria eu também? — Cam olhou para Luci. — Sabe que tudo que eu mais odeio, tenho nojo, e detesto são os vampiros. Sabe que o meu maior desejo é que essa cura seja achada e nem me venha Bella, pois assim que descobrirmos de que forma podemos consegui-la, eu vou até o fim.

A dor nos olhos de Luci era visível, mesmo sabendo desse lado de Cam, era duro ouvir que você se tornara a coisa que seu amor mais odeia no mundo, pior Edward semicerrou os dentes, eu podia ouvir seu queixo trincar de raiva.

— Nós não sabemos exatamente o que vai acontecer Cam, Assim que Bella for transformada, há dois caminhos prováveis mais fortes.

Gabriel estava pondo a mão no ombro de Cam, que a esquivou e ficou de frente para Gabriel.

— Quais são essas probabilidades?

— Ou você se desligar de Bella, isso quer dizer, ela fez uma opção a qual sua alma pertence a outro plano, ou…

— Fala…

— A sua morte, pois é como Bella morresse com seu lado humano.

— Bem eu aqui somente ouvindo o discurso de amor verdadeiro dos dois. Querem saber, são todos egoístas, anos, séculos, vidas perdidas para nada, pois assim que encontrarmos a cura, se não nos matarem antes, Bella não vai deixar fazer o que tem de ser feito.

— E o que acha que tem de ser feito? — gritei para Cam.

— Não está óbvio? Bella já fora mais inteligente, sua filha a qual nem conhece, ela é a cura, e o que se faz sempre, um sacrifício, e quem terá de fazer isso? Pense Bella, porque voltamos se já tinha feito sua parte? Ela já estava viva, era somente qualquer um acha-la, mas não você teve que voltar, pense um pouco.

— Eu… Terei… — eu não diria aquilo em voz alta nunca.

— Diga Bella!

— Chega Cam!!! — Edward gritou, assim que ele percebeu as lágrimas em meu rosto, eu não podia acreditar nisso Cam estava errado, eu não teria que por fim na vida dela, não mesmo, haveria outro meio.

— Vocês não entendem isso tem de acabar, tem que acabar! Eu não aguento essas vidas!

Ele saiu.

— Bella não ligue para ele.

Edward tentava me acalmar, mas eu não queria, fui em direção à porta.

— Bella não vá o deixe. — Edward segurou meu braço.

— Isso Bella, ele precisa de tempo. — Gabriel falava.

— Me solte Edward. — Edward obedeceu. — Ele tem que ouvir umas verdades, isso que ele disse não é injusto somente comigo é com você, com Gabriel, e principalmente com Luci!

Cam estava em pé olhando o nada.

— Quem você pensa que é para falar daquela forma?

— Bem chegou a hora de ouvir as verdades e se você se ofendeu me desculpe. Eu cansei de ser condescendente com você!

— Qual é o seu problema? Durante anos e anos só agora quer se rebelar?

— Cansei Bella. — Ele não queria me encarar, mas logo o fez. — Imagine-se em meu lugar, eu sou sua sombra até mesmo na forma que Gabriel nos tratou, ele não me vê como filho isso é visível, eu sou a sobra, a maldita ligação do equilíbrio, para que não tivéssemos nos tornado como os outros que foram eliminados, eu sou o resto.

— Não fale assim Cam, eu te amo. Você é parte de mim, sabe disso, na ultima vida quem me tirou da sarjeta?

— Eu!

— Então, não faça isso conosco, somos sim ligados, mas você jamais é o resto, você é parte racional, mas não foi justo lá dentro e magoou muita gente.

— Não era a intenção, mas é que isso cansa.

— Eu sei que cansa, se eu tivesse opção melhor eu a faria e sabe disso.

— Sei, lembra quando estava se reabilitando e delirava com uma vida ao lado de Edward?

Aproximei-me dele e me lembrei deste momento e eu sempre tinha essa vida em mente.

— Claro, eu delirava, mas é real minha vontade, mas ela nunca se fará real sabe disso.

— Se apaixonou por um vampiro, isso é comum.

— Eu daria tudo se eu pudesse ter uma vida longa e envelhecer ao lado dele.

— Isso é o que eu quero com a Luci.

— Por isso essa obsessão para que a cura se realize?

— Bella, eu quero poder descansar, acha que se for um modo mais fácil sem envolver mortes ou sacrifícios tanto Luci como Edward vão se habilitar?

— Depende deles somente, a vida de vampiro os estende há séculos. Resta saber se eles realmente se adaptariam a ser humanos.

— Somente tendo ela em nossa frente e sabermos o que ela trará que podemos ter essa certeza.

— O que você acha? Arriscamos?

— Minha irmã. — Ele me encarou firme nos olhos e lá dentro vi a confirmação, ele era sempre parte de mim. — em pensar que houve vidas que quase nos casamos!

— Isso é muito estranho, mas não vamos nos lembrar disso.

— Tudo bem. — ele depositou um beijo em minha testa. — estarei sempre ao seu lado, e se der errado estaremos juntos aqui novamente como sempre.

— Isso.

Agora eu o abracei ternamente, Cam me acompanhou sempre fora meu alicerce meu irmão, minha metade, parte de mim.

Voltamos para dentro da casa, Cam foi logo abraçar Luci, vi em seus olhos que ela o perdoara sempre, só ela para entender as bipolaridades de humor de Cam.

— Bem podemos seguir com o plano?

 

(***)

 

Tudo fora tratado, e altamente arquitetado, e uma decisão foi tomada para não haver erros, ao mesmo tempo em que Edward me mordesse, Luci faria o mesmo a Cam, isso para evitar qualquer coisa, pois qual fosse o resultado passaríamos juntos.

Tio Marcus fora avisado de tudo, e faria os preparativos, ele evitaria que Charlie chegasse muito perto dos corpos.

Primeiro iríamos nos transformar, pois assim que encontrassem nossos corpos não poderíamos ter batimento algum.

— Bella e Cam, prestem atenção, assim que o veneno entrar na corrente sanguínea vocês dois vão sentir como se queimasse, irão se entorpecer, pois é o veneno os deixando frágeis, depois ele vai atingir cada terminação nervosa, isso vai fazer vocês gritarem de dor, mas logo passa, mas quando chegar ao coração, vocês dois irão perder a consciência, é ai que Edward e Alice vão entrar.

— Vamos pegar o corpo de vocês morto neste tempo da transição e vão ser colocados no carro, e aí o faremos capotar.

Edward explicava, mas era visto a sua dor.

— Essa é a melhor forma, pois é durante essa transição que o corpo ainda terá hematomas e se parecerá com mortos mesmo, pois assim que der o tempo, ele começa a se regenerar.

Alice explicava também.

— Por isso sempre um vampiro é enterrado e depois ele acorda e tem que sair da tumba. — Jasper ajudava também. — Ruim não gosto de me lembrar dessa parte.

— Mas Bella e Cam não vão ter que se desenterrarem sozinhos, Marcus vai apressar tudo, e assim que não houver mais ninguém no cemitério retiramos seus corpos, se acordarem fiquem calmos lembrem-se não necessitam de ar. — Carlisle olhava bem para ambos.

— Seu corpo vai pedir, mas não precisam, é só ficarem bem calmos que vamos os retirar de lá.

Repirei fundo e peguei a mão de Cam.

— Vamos conseguir.

Edward me segurou na cintura e beijou meu pescoço.

— Algum desejo de humana antes de tudo? — Ele sussurrou em meu ouvido.

— Não, estou bem. — Soltei o ar pesarosamente.

O plano estava tendo início. Liguei para meu pai avisando que tanto eu quanto Cam íamos estar na casa dos Cullen. A noite estava garoando o que facilitaria deixando uma pista lisa à noite.

Depois de tudo preparado, minha bolsa com o livro que eu jamais iria toca-lo mais, eu já havia entregado a Gabriel.

Deitei-me em uma maca na biblioteca da grande casa dos Cullen, Cam ao meu lado, olhamos um para o outro, ao nosso lado estavam Luci e Edward.

Fechei meus olhos, senti Edward beijando minha testa, e em seguida senti seus lábios frios chegarem a minha clavícula, apertei meus dedos fortemente sentindo seus lábios, e em seguida senti seus dentes, eles foram cravando eu soltei um grito, o que me fez arquear a coluna na maca.

Ao fundo escutei o mesmo grito vindo de Cam, foi quando o que Carlisle me explicou ocorreu, meus membros estavam ficando adormecidos, Edward se levantou. Eu ainda pude o sentir passar as mãos em meus cabelos, eu estava imóvel, mas pude ver seus olhos dourados assim que meu corpo estava sendo tomado pelo entorpecimento.

Não tinha noção do tempo, eu não podia me mover nem minhas pálpebras mais, elas estava abertas até que senti os dedos de Edward as fecharem.

Imóvel, mas semiconsciente, meu corpo estava reagindo, e as terminações nervosas estavam queimando, era fogo puro, era intensidade.

Foi assim por horas, eu podia até dizer minutos ou dias, o tempo estava de forma relativa, até que senti meu coração queimar, ele estava doendo, como se uma prensa estivesse posta nele e o esmagasse.

A dor vinha, mas eu não podia me mover, até que fui sentindo meu coração parar, sim, ele estava aos poucos até que juntamente com a ultima batida veio a inconsciência.

(***)

POV Edward

 

http://www.youtube.com/watch?v=Q6zqH6qKaTU

 

Uma das coisas mais difíceis de minha existência fora o que eu fiz.

Sentir o sangue de Bella em meus lábios era puro êxtase, assim que senti o veneno já em seu corpo eu a deixei, e a dor era maior em mim a cada impulso que seu corpo dava com espasmos de dor.

Os espasmos forma diminuindo e o grito ecoou, olhei para Luci e seu olhar era o mesmo temeroso que o meu.

Assim que olhávamos nossas vidas ali se transformando, ao mesmo tempo Cam e Bella.

O corpo de Bella sabia o que estava sentindo tudo somente sem poder se mover, eu me lembrava da sensação, fazia séculos, mas eu me lembrava de cada sensação.

Deixei o corpo de Bella ali, não aguentava aquilo.

Os segundos viravam minutos e os minutos horas.

Assim que se deu o tempo eu peguei seu frágil corpo em meus braços e Luci o de Cam, era triste mesmo sabendo que ela já acordaria, mas vê-la ali naquele estado de quase morte era terrível.

Colocamos os corpos no carro sentei ao volante, e Alice iria junto, Luci queria, mas eu achei melhor não, já bastava eu envolvido direto emocionalmente.

Saímos pela estrada, Alice ligou para Marcus, e nós avistamos o desfiladeiro que iríamos jogar o carro, dei uma breve olhada no corpo de Bella, e acelerei, e assim que nós chegamos à beira eu saltei, e Alice também.

Vi o carro rolando desfiladeiro abaixo, mesmo sabendo que ela poderia se salvar eu estava aflito, só em pensar no corpo frágil de Bella dentro daquele carro.

Foi quando uma árvore parou o carro, eu via todo estrago, lutei contra toda e qualquer vontade de ir até o carro e arranca-la de lá.

— Alice está sentindo isso?

O cheiro no ar estava forte, e encarei Alice.

— Gasolina!

— Não, o carro não pode pegar fogo! — havia uma falha em nosso plano, essa a qual nem contamos, o fogo ele levava embora qualquer esperança de que um vampiro acordasse se o carro pegasse fogo não teríamos mais esperanças.

Corri com a velocidade que eu pude.

Vi um carro encostar-se ao acostamento eram Gabriel e Marcus.

— O carro pode explodir!

Ouvi Alice falando para eles, e no mesmo instante Gabriel se colocava a descer pelo barranco.

O cheiro estava forte, e qualquer faísca poderia estragar tudo.

Tentei arrebentar a porta, mas se eu puxasse com muita força eu poderia causar algum dano nela.

Gabriel veio ao meu lado, e juntos puxamos Cam que estava mais fácil.

Assim que colocamos o corpo de Cam ao lado mais longe possível, eu ainda tentava arrebentar algo para puxar Bella.

Um cheiro de queimado se iniciou, olhei e uma pequena labareda estava se formando no motor.

— Vamos logo ele vai explodir.

Ouvi mais um Carro encostar, era a viatura de Charlie, meu desespero aumentou como vou mostrar minha força perto dele?

Foi quando vi o fogo aumentando, e assim que eu pude puxei sem dó, escutei um osso do corpo de Bella, o veneno e a transformação teriam que dar um jeito nisso, pois não havia tempo.

Assim que escutei os estalos, caí o mais longe do carro só dando tempo de escutar a explosão e ver o fogo, que incendiava o carro e a árvore.

Escutei ao longe os gritos de Charlie e Marcus o segurando.

Levei o corpo de Bella até a estrada, era para eu nem estar ali, mas o plano tinha dado errado, mas tratamos de dar uma desculpa, e no estado de Charlie ele acreditou, estávamos no carro de Marcus com a desculpa que Cam não havia chegado e estávamos indo atrás.

A desculpa era esfarrapada demais, mas deu certo.

Marcus fez a pressão para que tudo fosse muito rápido, Carlisle liberou o corpo no mesmo dia, e Marcus arrumando tudo.

Cheguei a casa dos Swan antes mesmo dos corpos chegarem a casa de Marcus, com o corpo de Bella em transição ela entraria na igreja, no entanto eu não poderia entrar, e como explicar um recente namorado que não vai ao velório dela.

A porta da frente estava aberta, e percebi um alvoroço grande de todos, o corpo de Bella ainda teria mais umas 14 horas até que acordasse, era o final de domingo e como sempre a chuva estava levemente grossa.

Estava criando a coragem necessária para enfrentar as pessoas, o velório iria começar as 19h00min, até as oito da manha que estava marcado o enterro dava 11 horas, tínhamos tempo de sobra até que ambos acordassem.

Eu chutava as pedras aos meus pés tentando achar a melhor expressão de dor, não seria difícil, pois mesmo sabendo a verdade eu tinha uma certeza de uma coisa, ela jamais seria a mesma depois desta experiência, e querendo ou não estaríamos enterrando a Bella humana.

Um carro encostou e vi uma mulher descer aos prantos segurando um lenço, eu pude perceber as expressões dela e a reconheci, era a mãe de Bella, e por Deus que ela não esteja realmente consciente pois não aguentaria ver essa situação.

Segui logo atrás, entrando na casa, Charlie estava sentado em frente à TV ligada, mas percebi que seu olhar estava longe, assim que a mulher entrou, ele se levantou e a abraçou, se eu pudesse verter lágrimas estaria o fazendo.

— Charlie, meu bebê!…Como?…Como isso foi acontecer?

— Eu sabia que algo estava errado, eu sabia que ela… Oh Renée!

Fiquei um tempo parado até que eles perceberam minha presença.

— Edward meu jovem, nem o vi… — Charlie limpava as lágrimas e veio em minha direção.

— Quem é o rapaz?

— Renée, este é Edward, ele é… Era… — ele limpou a garganta.

— Eu sei Bella me contou, venha cá meu rapaz.

A mulher me envolveu em um abraço, e soluçava.

— Sinto muito, mas Bella era tão jovem, e estava começando, eu estava tão feliz dela ter você…

— Não se preocupe senhora, eu também sinto, Bella foi uma luz em minha vida que nem pode se imaginar.

— Bem, dizem que as pessoas têm um propósito, meu jovem, e Bella deve ter cumprido o dela com você, pois Charlie me contou que você era meio perdido e com a chegada… De… Ai…

Ela mal conseguia falar, suspirou. Eu entendia o que ela tentava dizer, mal sabendo do que o propósito maior na vida de Bella.

Fomos até a casa de Marcus, descemos dos carros e as pessoas já estavam se acumulando.

Os corpos chegaram e os caixões estavam abertos no centro da grande sala, ela estava linda, o veneno estava agindo e nem se percebia nenhuma marca.

Eu estava ao lado do caixão encarando.

— Ela sempre fora linda, mas o poder da maquiagem é impressionante não acha?

Renée enganchou em meu braço, vi seus olhos com as pupilas dilatadas indicando que estava medicada, ela não poderia em seu normal estar tão calma assim.

— Ela é linda, a mulher mais linda que já conheci.

— Meu jovem, não se lamente tanto, ela deve estar feliz onde estiver.

Deixei o lado do caixão e fui me sentar junto de todos de minha família, Gabriel chegou sentou-se ao meu lado.

Luci estava próxima ao caixão de Cam, e nada a tirava de lá.

Depois de muitas palavras proferidas e de uma refeição, a noite se alastrou longamente, até que veio a manhã e com ela o enterro.

Ver a terra sendo jogada em cima dos caixões me dava uma agonia eu queria arrancá-la dali logo.

Aos poucos as pessoas foram se distanciando e saindo, eu me mantive ali parado, as mãos nos bolsos do sobretudo, até que senti a mão pesada de Charlie em meu ombro.

— Filho ela se foi, vamos.

— Eu vou ficar mais um pouco se não se importar. — Charlie foi saindo. — Ei Charlie! — O chamei.

— Sim.

— Se tivesse a chance de falar uma ultima coisa para ela, algo que não disse antes, o que falaria?

— Veja Edward há pessoas que mesmo sem muitas palavras elas dizem muito, Bella é uma destas pessoas, só o fato de ver que ela veio para Forks, melhorou seus problemas com os pesadelos, e além do mais encontrou amigos e você, eu sei que valeu muito, eu diria que amo, amo como é, pois o que ela é, sempre vai estar aqui guardado e nunca morre.

— Sábias palavras, Adeus Charlie.

— Vai embora?

— Vou, eu e minha família vamos para a Europa.

— Engraçado, Marcus também, deve ser bom, mas eu devo ficar em minha velha Forks.

Assim que Charlie se foi, eu perdi noção do tempo, fiquei ali parado até Alice, Jasper, Luci e Carlisle chegarem.

— Está na hora.

Cavamos até chegar aos caixões, peguei o corpo de Bella e carreguei até o carro, os outros iriam terminar de fechar os túmulos, faltava uma hora para eles acordarem.

Deixamos Bella deitada em meu quarto. E Luci estava no quarto reserva da casa.

O tempo era inimigo, mas eu fiquei ao lado dela, até que senti aos poucos os primeiros sinais, e foi quando Bella abriu os olhos para essa nova vida, onde começaria a nossa jornada em busca de nossa filha.

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Nota final:

Este é o penúltimo capítulo desta fase, logo teremos a segunda fase beijos

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