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Notas: Foi ouvindo essa Musica “radioactive” que eu escrevi este capítulo

http://www.youtube.com/watch?v=gf9ZiZBtxZ4

Mas ela me deu inspiração para outra coisa, quero saber ai quem leu The Host? ( A Hospedeira) ?

Sim o outro livro de nossa Tia Steph, bem sabem que o filme é deste clip ai, e ai eu viciei nele também, quero saber de vocês, eu tenho uma fanfic de The host, quem gostaria de ler?

bjs e boa leitura

ILF Capítulo 17

 

Em meio a meus gritos e alvoroço, eu só via Daniel sorrindo, ele pegou um telefone em suas mãos identifiquei ser o meu, depois que fui notar minha bolsa nas mãos da vampira Selena, eu ainda demorava a me acostumar com isso, com a velocidade de um vampiro.

Olhei para os lados, e vi que estava rodeada de mais dois homens.

— Edward não é sua amada sou eu seu velho amigo.

Eu não tinha uma audição de vampira e isso me fez ficar curiosa com a reação de Edward diante disso, lógico que ele viria, e viria ao encontro de sua morte.

— Não profira essas palavras horríveis somos amigos Edward, lembra-se.

— Façamos assim, em nome da nossa velha amizade, sei que o celular de Bella é ligado ao seu, e já deve estar neste momento vendo onde estamos. Bom, mas esteja aqui sozinho, se quiser antes de morrer se despedir, ou eu acabo com a vida dela antes mesmo de você ter tempo de chegar, sozinho Edward lembre-se!

— Você está sem suas sombras nojentas? — perguntei debochada a ele.

— Esta sua relíquia minha cara ela não me permite ter meus lacaios aqui, mas não preciso não é mesmo?

Assim que ele falou isso escutei um estouro enorme, seguido de uma luz forte.

Meu corpo estava novamente entorpecido, reconheci era ele, sim Gabriel ele estava ali, vi claramente suas asas batendo, leves fios dourados, nunca tinha visto tão perto.

Eu lutava contra a força que exercia em meu corpo.

— Gabriel, eu não imaginei estar tão imponente assim visto que está na terra.

— Daniel, há muitas coisas que não sabe, por exemplo, eu não sou um caído como você!

Não abandonei o meu lugar, eu estou aqui temporariamente.

— Então temos algumas exceções aos preferidos, amor e igualdade não existem mais?

— Sabe que não se trata disso.

— Não, vejamos Gabriel, os anjos foram proibidos de se relacionar com mulheres, e aí Ele o todo poderoso abre uma exceção a quem? Ao Gabriel, e ele engravida uma humana.

— Sabe que foi necessário.

— E depois isso, depois não me diga que ele não tem seus preferidos, a escoria da humanidade fraca, eles tiveram o sacrifício do filho, do primeiro, o qual nós sabemos que fora o seu maior.

— As coisas não são desta forma Daniel.

Os dois Homens que estavam a nossa volta se aproximaram, percebi que eram de certa forma, diferentes. Eu olhei atentamente e vi que não eram estranhos.

Um flash de memória me veio.

Meu corpo não aguentou, a presença de Gabriel em sua imponência, ela me deixava fraca, eu fui desfalecendo.

(***)

— Senhorita.

— Obrigada Jael.

Estava subindo em uma carruagem e eu identifiquei o rosto do homem que me dava a mão e me ajudava a subir, sim era o mesmo homem que estava com Daniel no galpão.

(***)

Aos poucos senti meu corpo retornar De volta para a dor, meus pulsos latejavam.

Havia um alvoroço ao meu redor. Alguém segurava minha cabeça, ainda me sentia presa, e ao alto.

— Bella, meu amor. Vai ficar tudo bem, estou aqui com você! — escutei a voz de Edward e isso me trouxe de volta.

— Edward, não se preocupe. Estou bem. — falei entre soluços. Fiz o máximo de esforço que pude para prender o choro, mas não consegui.

Escutei o quebrar das correntes, meu corpo fraco somente não caiu no chão, pois Edward o segurou firme.

— Vai ficar tudo bem, você vai ficar bem. Prometo. Não precisa explicar nada agora. Durma.

Obedeci a ele, mas meu corpo ainda estava fraco, olhei em volta e vi penas e eram brilhantes, algo único.

— Bella! — abaixei-me para pegar uma das mãos, Edward tentou me impedir, mas eu caí de joelhos, e ao tocar era como tocar em manteiga que se desmanchava nas mãos, foi quando olhei para frente e ele estava lá.

Busquei forças nem sei de onde e me levantei.

— Bella! — Edward tentava me chamar atenção.

Não escutei a ninguém eu vi Gabriel ali estava de joelhos eu vi que estava sem suas asas imponentes, e algo como sangue saía de suas costas.

O meu corpo me puxava para baixo, mas eu me levantava e fui a sua direção, eu estava tropeçando, meu corpo era fraco.

Edward viu que não adiantava me impedir, e me ajudou a se levantar, me levando até ele.

Ajoelhei-me em sua frente, segurei seu rosto, olhei seus olhos, ele era lindo, vi que tinham lágrimas nele, passei a mão por elas.

— Anjos choram?!

Aquela cena me fez chorar, me fez olhar fundo em seus olhos e ver a mais pura verdade, Gabriel era meu pai, sim, eu não podia negar isso.

Um impulso me fez o abraçar forte, ele retribuiu o gesto, mesmo gemendo, ele estava com dor.

— Choram, e eu sinto dor Bella.

Meus olhos estavam fechados eu só deixei aquele momento acabar assim que abri os olhos e me deparei com o corpo de um dos homens ali estirado no chão, reconheci era o tal Jael.

— Ele está…? — meu corpo se impulsionou para trás sentei e abracei meus joelhos.

— Sim está morto.

Olhei para o lado e Edward me encarava perplexo.

— O que houve? Eu apaguei e…

— Bella se acalme.

Eu estava em estado de choque, como durante anos se tentou, e nada.

—Como? Eu não entendo, e por isso está ferido?

Minhas perguntas não faziam sentido algum, eu estava segurando firme os meus joelhos, meu corpo balançava de um lado ao outro.

— Bella, eu matei um anjo só pode ser morto por outro anjo, mas como não temos esta permissão nunca fora feito.

— E por que hoje? E me explique suas asas.

— É melhor amanhã Bella, eu te levo para casa e Gabriel explica. — Edward tentava me levantar em seus braços.

— Não! Eu quero saber agora.

— Bella, veja, eu cansei de vê-los fazer isso, e hoje estando aqui presente eu vi o quanto sofre, e mesmo sabendo que voltaria novamente eu não podia mais permitir, mesmo sendo um preço alto.

— Bella o que ele está tentando dizer…

— Edward eu não sou idiota eu entendi, ele deixou de ser anjo, mas já não era um caído?

— Não exatamente, eu vim com uma brecha um pedido, mas eu tinha limites, eu somente não mostrei a Daniel isso, ele estava crente que eu era igual a ele com dons limitados.

— Mas você ainda tinha seus dons, e hoje ao matar ele… — eu não conseguia acreditar nisso.

— Sim, eu fui contra a maior de todas as leis, não matar um irmão, eu não podia mata-lo. Ao fazer isso eu mesmo renunciava.

— E agora é mortal?

— Sim, infelizmente com esse gestor eu tenho menos dons que qualquer um dos caídos.

Meu corpo era a prova disso, pois não mais na sua presença, que mesmo na escola ele sem estar em sua glória já me deixava sonolenta, agora eu nãos sentia mais isso.

— E Daniel e o outro, e a vampira?

Olhei novamente para Gabriel.

— Todos escaparam. Se ao menos eu tivesse posto fim na vida de Daniel.

 

(***)

Quando Edward me deixou em meu quarto, dei graças que Charlie ao se levantar e ir ao seu quarto nem deve ter dado o trabalho de vir me ver.

Eu estava esperando pelo sono, Edward não havia voltado ainda, ele me deixou e foi ter com Gabriel uma conversa, o que me preocupava era que as feições de Edward não estavam muito boas.

Quando eu quase peguei no sono, ele entrou por minha janela, não pensei duas vezes e corri até ele e o abracei cheia de saudade. E cheia de dúvidas.

— Demorou! — sorri, mas não recebendo de volta seu sorriso.

— Vamos, precisa dormir. — ele me aninhava em seu peito me direcionando até a cama.

— Não estou cansada. — tudo o que eu precisava era sentir que ele me amava tanto quanto eu o amava.

Ele pareceu sentir a verdade em minhas palavras. E pareceu lutar contra elas.

— Eu também… Te amo. MUITO. Queria que nosso amor fosse certo, de todas as formas. Que eu pudesse ser humano para você.

— O que está falando Edward? Voltou no tempo?

— Bella veja o que houve, somente por ter te deixado umas horas, sozinha.

— Iremos resolver isso. Só que eu posso ser como você. Finalmente iguais.

— Não precisamos falar disso agora. Depois de tudo…

— Tem razão, não precisamos. — Ele colocou seus dedos gelados em meus lábios me calando, em seguida os percorrendo até a base de meu pescoço.

Ele beijou de modo lento e terno, como só ele sabia fazer. Meu coração reagiu exageradamente como de costume, ele estava me beijando de forma cada vez mais entregue.

Ele me olhou daquele jeito injusto, como se eu fosse a coisa mais linda do mundo, além dos séculos eu não conseguia me acostumar com tal situação.

— Eu te amo, mais que minha própria vida.

— Acho que tivemos muitas vidas para se provar isso senhor Cullen e eu sou a prova que isso é verdade.

— É tão injusto que somente você tenha que sofrer isso.

— Não fale assim e as perdas Edward, eu já fui egoísta uma vez em não pensar no seu lado, mas hoje eu vejo o sofrimento não lhe é diferente, a cada vez que eu morri, cada ano de espera.

— Sei que não devia estar fazendo isso, mas eu já não posso suportar a ideia de que, você está se tornando algo ao qual o objetivo é eliminar.

— Que conversa teve com Gabriel?

— Não importa. Eu quero você comigo, como se nunca fosse se separar de mim.

— Não vou a lugar algum Edward.

Deitei em seu ombro, meus pulsos doíam ainda, mas nada que não se aliviasse.

Edward puxou meu queixo para que meus lábios novamente tocassem os dele, ele me beijou, não deixando mais espaço em minha mente para divagar sobre qualquer coisa que não fosse aquele momento, aquele agora.

E não se contentando com o beijo nos entregamos ao nostálgico momento ao qual éramos felizes.

(***)

Acordei ainda nua, sorri timidamente. Completamente satisfeita, estiquei meu braço levemente, todas as noites tinham sido iguais, Edward não me deixava sequer um minuto sem alguma proteção.

Olhei para o lado e nada de Edward, eu sabia que era muito curto o momento mesmo assim, se eu fosse à janela eu poderia ver Alice em seu posto matinal, enquanto Edward se preparava.

Olhei na folhinha era sábado, depois de uma semana cheia de emoções, o fim de minha vida humana se aproximava.

Desci me deparando com um Charlie animado.

— Pescar novamente?

— Hoje está muito bom para isso.

— Divirta-se.

— E você seu dia vai ser com o namorado?

— Pai! Sim vai ser, por que, ciúmes?

— Sempre, ou não seria um bom pai, sem ter ciúmes.

— Justo.

Após Charlie sair, não deu uns minutos e logo eu estava sentindo as mãos frias de Edward em minha cintura, no momento em que eu lavava a pouca louça que ficou do nosso café.

— Bom dia!

— Muito bom!

Assim que me virei eu me desviei dele.

— Vamos.

— Onde?

— Quero algumas respostas antes de completar o que temos de fazer.

— Calma Bella o que é isso?

— Vamos!

Passamos na casa de Cam pegamos Luci e ele.

— Bella o que é tão urgente assim? Achei que iria morrer amanhã!

— Algo que preciso esclarecer Luci.

Pegamos a estrada chegando a uma pequena casa próxima a escola, Gabriel estava vivendo ali.

Todos nós descemos do carro, mas nem precisamos bater na porta ele estava em frente observando o grupo de jovens descer.

— Bella!

— Gabriel.

Sentamos em uma pequena sala, e eu encarei bem Gabriel.

— Necessito que me deixe claro algumas coisas antes de tudo.

— Fale.

— Primeiro deixo bem claro que meu desejo nada tem a ver com a salvação da humanidade do vampirismo, eu já cheguei à conclusão que isso o destino e claro as interferências vão trabalhar a favor, de uma forma ou de outra magoando quem seja o objetivo vai ser realizado.

— Justo. — Sorri ao ver alguma semelhança em sua forma de falar comigo.

— Segundo, eu faço isso por amor, puro e verdadeiro, não importa que eu tenha nascido para isso eu sei o que sinto e eu estou lutando para isso, pela minha família, e o que eu estou lutando é somente por isso, e se encontrarmos minha filha, não me importa cura e nem nada, ninguém vai tocá-la.

— Bella esse é o fator que eu estava ponderando com Edward…

— Por isso vim aqui, desde essa conversa que ele não é mais o mesmo, e não me importa o que diga ou o que o deixe pensando, eu não vou mudar de ideia, mas minha dúvida não é sobre isso, pois isso eu não tenho dúvidas de que eu vou lutar pela minha família.

— Não é? Então me diga suas dúvidas.

— Está lutando ao nosso lado, mas quero saber se já sentiu ou sente algo especial assim como sinto por Edward.

— Quer dizer carnal?

— Não me venha com essa de carnal que isso nada tem a ver em nosso caso.

— Se sua dúvida é sobre se eu amei alguém assim, é sim.

Gabriel se levantou da sua cadeira e foi se direcionado até a janela.

— Te entendo Bella se é isso que quer dizer, ou não teria feito aquele sacrifício por você nem por sua mãe.

Gabriel olhou para o nada, e começou a falar:

— Quando me ofereci para resolver a questão entre os vampiros e a salvação, carreguei um fardo grande nos ombros, mas quando soube sobre a profecia e seus meios a chegar nela, eu juro que relutei — durante anos soubemos das proibições da relação entre anjo e uma humana, mas meus irmãos não ouviram, e muitos deles se deixaram levar, e após o dilúvio onde fora varrido da face da terra qualquer vestígio de um nefilin — ganhei minha designação.

— Quando vi Rosalin em um campo florido, foi uma das mulheres mais lindas que eu poderia ter visto, minha forma humana era estranha até então, sentir a carne e suas reações, tudo era um misto de sentimentos — ao vê-la, meu corpo emanou todos os hormônios que normalmente se são transmitidos, e isso confesso que é o ponto exato que os anjos invejam os humanos.

— Deus deu aos humanos a capacidade de amar, e melhor, a diferença entre os animais, a capacidade de ligar isso a uma procriação, uma relação entre duas pessoas ser tão intensa formando uma ligação. — A sua ligação com Edward é tão, se não maior que qualquer ligação, porém, eu admito, deixei me levar além.

— Quando nos apaixonamos isso fora mútuo, não fora somente minha missão, eu a desejei, e isso fora um erro, um dos maiores erros que eu cometi — quando tive que deixa-la a dor foi tão grande, e de volta a minha forma de anjo tudo se intensificou, achei que tudo desaparecia juntamente com o corpo, mas não, e como você disse, não fora carnal, e sim algo maior.

— Porém Rose foi tão egoísta, ela não admitiu que não pertencia a eternidade, então se transformou na coisa que mais odeio neste mundo, as criaturas . — não leve a mal Edward, mas se eu faço tudo no fundo é pela cura, mas eu não imaginava que me envolveria desta forma.

Ouvir Gabriel desta forma, eu entendia muita coisa, ele sofrera também, e eu pensava até quando o sofrimento era válido. Até que ponto tudo isso valia a pena?

Se está pensando se vale a pena — Não leio mentes, mas há séculos te observo, eu sei o que se passa em seu coração, vale, pois há um infinito de almas no purgatório em busca da mesma salvação que os humanos, eles não escolheram ser vampiros, e diferente de sua atitude que é por opção, eles não escolheram esse destino.

— Então é por isso que conversou com Edward e o deixou divido! Minha escolha! — Durante anos eu fiz tudo certo, segui essa ordem, mas eu cumpri meu papel, porém eu ganhei muito mais dor do que um humano poderia suportar, eu sofri uma gravidez de uma híbrida, eu a vi nascer, e mesmo que tenha morrido em paz, me arrancaram ela, e eu voltei a ver somente para ter a dor desta perda, eu sei o que vou fazer, e arco com qualquer consequência.

— Arca até se isso lhe custar a salvação? — Gabriel me encarou. — Não vai ser impedida de fazer o que está pensando, no entanto há uma consequência, após a cura ser revelada, quem de livre arbítrio decidir se manter vampiro ou decidir isso, essa pessoa não terá salvação, o purgatório vai ser extinto, só teremos dois caminhos, a destruição, que é o destino dos anjos caídos que morrem,  ou a salvação.

— Eu troco a salvação para simplesmente ter uma vida de paz ao lado de Edward, não me importa mais nada, as pessoas vivem muitos anos às vezes nem imaginando se tem algo além de nossas vidas, eu posso conviver com isso.

Minhas palavras saíram duras, porém eram verdadeiras, Gabriel olhou para mim.

— Eu queria ter essa força, acho que essa impulsividade você herdou em seu espírito, tanto minha como dela.

— Você quer que ela se salve, é por isso que está aqui!

— Cansei de trabalhar nos bastidores, eu a amo Bella, você é parte de mim, e eu nem imaginava quanto isso era forte, e Rose eu a amo, mesmo sendo proibido isso aos anjos eu a amo, e vê-la perdida no purgatório…

— Espera, mas se ela está no purgatório, como a vi?

— Outra regra que eu quebro.

— Quebra? — o uso das palavras em afirmação como uma ação sempre feita me chamou atenção.

— Sim, eu a vejo, mesmo sendo proibido, e eu a deixei uma brecha, ela está no purgatório, porém não totalmente, parte dela está aqui.

— Mas se isso é possível, eu posso fazer um feitiço e trazê-la novamente a vida. — Luci que se manteve calada se manifestou. — Desculpe me intrometer.

— Isso é sim possível, mas eu não sei o resultado disso, são raros os casos de bruxas que chegam a fazer esse tipo de magia, aliás, as bruxas são uma brecha grande, é uma parte do equilíbrio que foi quebrada assim como os vampiros, mas elas trabalham em harmonia com o equilíbrio da natureza, diferente dos vampiros.

— Pode parar de falar assim, como se ainda fosse o anjo poderoso, Gabriel, você é humano agora, veja, pense como um.

— Velhos hábitos nunca morrem. Mas se isso for realmente possível há sim uma parte em mim que deseja mais que tudo que se possa o fazer.

— Então se permitir, e eu puder falar com ela, eu posso tentar. — Luci se dirigia a Gabriel.

— Uma coisa por vez, Bella e sua transformação, depois analisamos isso.

Ver essa aceitação de Gabriel me deu mais força, pois está noite era a minha última noite, como humana.

 

 

 

 

 

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