Os originais em… Confronto?

Capítulo 3 — Novas sensações

POV Bella

 

Acordei de bom humor, afinal eu tinha dado meu primeiro beijo. Sim, Edward me puxou para ele e ainda podia sentir o sabor de seus lábios nos meus.

Foi mágico, único algo que eu jamais sonhava, tá legal sonhava, mas a forma que foi me deixou maravilhada.

Duas batidas na porta me tiraram de minhas lembranças.

– Entre.

– A princesa já decidiu se levantar?

– Jane! A que devo o desprazer de sua visita logo cedo?

– Aro mandou chamar você, ele quer ter uma conversa.

Ela sorriu com aquela cara idiota dela.

– Tudo bem, eu já vou me trocar e já desço.

Eu vestia uma camisola de seda rosa, entrei no banho, lembrando-me de cada detalhe do tempo que passei com Edward. Foi curto, mas cada pequeno momento me deixava radiante.

Depois de vestir minha roupa, que era realmente linda claro, eu não reclamava de minha vida, eu tinha tudo que eu queria ao meu alcance e isso que deixava Jane com muito ciúme.

Meus dons de vampira ainda estavam se desenvolvendo, e minha leitura de mentes era ainda falha, mas eu conseguia ler bem claramente a inveja de Jane.

Segui pelos corredores do castelo de Volterra, o silêncio por um instante me preocupou, e senti um leve frio na barriga. E se meu pai descobriu sobre ontem?

Uma coisa eu tinha certeza, teríamos a primeira guerra mundial de vampiros.

Entrei na sala do trono, geralmente estariam tio Caius e tio Marcus ao seu lado, no entanto, ele estava sozinho.

– Pai, Jane disse que queria falar comigo.

Meu pai se aproximou e segurou minha mão, em qualquer outro eu diria que ele queria ver a mente da pessoa, mas eu era um bloqueio total a ele, nem a dor idiota que Jane causava me atingia.

– Minha cara Isabella. – ele passou seus dedos por meu rosto.

– Alguma coisa errada? — Engoli em seco.

– Não, a meu ver é uma coisa boa, no entanto se mudou de ideia quanto a ir à faculdade…

– Claro que não! — Nem o deixei terminar de falar, pulei em seu pescoço de alegria. Finalmente meu pai iria me deixar ir à faculdade!

– Calma minha filha, vamos ter de rever alguns pontos, mas você irá sim…

– Não importa pai, faço o que quiser… Eu só preciso de roupas, ai meu Deus, livros…

– Calma minha doce Isabella, vamos providenciar o que desejar.

– Não, eu quero ir as compras como uma aluna normal, saber escolher, ficar indecisa sobre a marca da caneta, eu preciso disso.

Os raros momentos em que eu podia ver meu pai sorrir era quando ele me via assim animada.

– Tudo bem peça a Jane para te acompanhar.

– Não, nem pensar! Eu vou com Heidi, com Felix, Alex, mas não me peça para chamar a projeto de bruxa!

– Filha deve parar com estas desavenças com Jane, ela é quase…

– Minha irmã? Poupe-me papai, ela queria isso realmente te chamar de pai, e não minta que já viu isso na mente dela.

– Filha não é bem assim…

– Não? Realmente pai, o grau de loucura desta garota vai além, então dispenso.

— Tudo bem então, pode ir com a Heidi.

— Obrigada pai.

Pelo menos Heidi era melhor do que a mini vaca da Jane.

Ela era meio ‘’fora da lei’’ então nos dávamos bem. Fomos ao fim da tarde, o sol não saiu naquele dia, portanto pudemos andar normalmente pelo de centro de Volterra.

Comprei algumas coisas e no dia seguinte eu estaria fazendo minha matrícula na faculdade local.

— Está ansiosa para entrar na facul? — Perguntou ela.

— Estou ansiosa para conhecer um novo mundo apenas, e ver gente!

— E beber sangue novo! — Ela riu. — Ai, ai. É muito bom o universo de uma faculdade. Já fiz tantos cursos na minha vida, que hoje eu nem quero mais saber!

— Um dia isso acontecerá comigo, se caso eu não envelhecer e morrer.

— Sua existência ainda é um mistério né?

— Ainda. Papai tenta de todas as formas, entrar em contato com a bruxa que criou ele e seus irmãos, tal de Ambrose.

— É eu conheço a história. Mas você não cresceu como a maioria das crianças, atingiu a maturidade um pouco mais cedo do que o normal, e é meio vampira, tem dons que desbanca qualquer vampiro mais velho por aí. Minhas suspeitas são de que você é imortal e não vai envelhecer não.

— Por isso eu quero ter liberdade, para aproveitar, eu não sei o que será de mim amanhã.

— E é por isso também que seu pai te protege tanto.

— É, mas o maior medo dele é que eu engravide. — Rimos juntas.

 

Continuamos a andar, a visitar mais lojas de roupas, de sapatos. Heidi não era muito fã de compras, mas sua companhia era sempre agradável, e ela já estava acostumada comigo.

— Posso te fazer uma pergunta Heidi, é uma pergunta boba, mas eu já perguntei a tantos menos a você.

— Eu já ate imagino o rumo desta conversa, mas pode perguntar.

— Sim é o que pensou, sobre minha mãe, eu lembro de muita coisa que não necessitava, mas gostaria de saber dela, como foi?

— Sua mãe fora uma das humanas as quais trabalhavam para nós, mantendo a aparência do castelo um museu antigo, mas algo aconteceu um dia.

— Quando meu pai se apaixonou por ela?

— Foi em um dos dias de entrega de correspondência, geralmente se o funcionário estava já desagradando eram enviados a este fim.

— Sei , Caius ainda gosta disso.

— Bem em um desses dias, sua mãe entrou na sala, e foi algo que ninguém esperava, Aro, neste instante ele se maravilhou com ela, e a partir dali ele jamais deixou alguém toca-la ou fazer-lhe mal.

— Mas eles já começaram a se relacionar?

— Não de início, mas Aro era insistente presenteava sua mãe com grandes presentes caros, mas foi aos poucos que ele a conquistou, porém nem mesmo ele atrevia-se a tocar nela, o medo de mata-la ou feri-la o dominava ele tinha uma super proteção sobre ela.

— Engraçado que eu leio a mente de todos, mas ninguém pensa nela, é tão ruim isso, meu pai pensa raras vezes quando está distraído, mas sempre que me vê ele desvia até mesmo seu pensamento.

— Bella, ele amava sua mãe, e isso é o que importa e te ama, pois quando sua mãe engravidou ele.. Ah o que importa…

— Não mesmo, agora começou fala, até mesmo seu pensamento travou, Heidi me diga porque ninguém pensa na gravidez dela.

— Bella olha o que vou te falar, não muda o que seu pai sente hoje por você.

— Hoje?

— Bella quando sua mãe engravidou ele ficou com medo de perdê-la e queria retirar você, mas sua mãe que impediu, ele praticamente te rejeitou…

— Ele não me queria?

— Bella, depois é o que importa. Ele viu você, que é a cópia de sua mãe, linda, ele quis te proteger, o que ele sentiu antes não importa.

Aquilo foi como uma tapa, mas eu não ia ficar pensando nisso meu pai me amava.

 

Alguns dias se passaram e eu finalmente colocaria meus lindos pés dentro daUnivolterra.

Usei uma calça jeans black básica, um t-shirt com a bandeira dos Estados Unidos meio apagadinha, cabelos desgrenhados como sempre, maquiagem levinha e nos pés os indispensáveis AllStar.

Recebi uma mensagem de Alice, para nos encontrarmos quando eu saísse da facul. Logo respondi e apaguei em seguida.

 

Meu pai me desejou boa sorte e pediu para que dois bobões de sua guarda real me acompanhasse tipo sempre!

Será que ele nunca me deixaria sozinha? Eu sempre tinha que estar acompanhada por chatos de sua guarda?

 

O cheiro misto das pessoas dentro daquele grande ambiente estava me fazendo delirar. Tentei não me concentrar nos pensamentos delas que até então quando eram em massa ficava ainda mais confuso para mim, o que só atrapalharia minha concentração e qualquer coisa que eu estivesse fazendo.

Lado humano idiota.

 

Não havia muita gente no curso de história, minha sala, por exemplo, só tinha eu e mais quinze pessoas.

Até que tinha homens bonitos, ah e professores também.

Conheci todo mundo, graças a minha incrível simpatia e dom de me dar com as pessoas. Vampiros são atraentes, e na minha concepção a híbrida aqui é mais.

Angela, Mike, Eric, Lauren e Jessica. Foram os que não saíram do meu pé. Eu até já estava escolhendo um deles para drenar, o mais chato eu diria. Talvez Eric, talvez o loiro irritante, Mike, ou a metida da Lauren.

Durante a aula de introdução a mitologia, Jessica se sentou perto de mim. Eu já sabia o que era, pois li seus pensamentos nitidamente.

— Mike está interessado em você, e aí rola?

Rola meus dentes em seu pescoço, e seu sangue descendo por minha garganta, aí sim rola.

— Você já o conhecia?

— Sim, somos amigos desde infância e decidimos fazer o mesmo curso. — Ela sorriu.

Sei o ‘’amigos desde infância’’, eles se pegavam de vez em quando.

— Não vai rolar Jess, agora eu quero prestar a atenção na aula, ok?

— Olá, meu nome é Esme Cullen, e sou a professora de Mitologia de vocês. — Espere aí, Cullen? Esme Cullen, será que tinha parentesco com Edward e Alice? Bom, eu perguntaria depois que eu saísse. Mas ela era vampira, seu cheiro deixava isso bem evidente.

Esme tinha um belo sorriso, era bem simpática e amorosa, pelo menos eu senti isso nela. O engraçado era que ela me olhava de um jeito estranho. Aí me concentrei em ouvir seus pensamentos quando a mesma parou de falar.

‘’ Esta garota não é uma humana comum, eu posso ouvir seu coração bater de maneira diferente dos outros, sua pele é mais branca, seus olhos de um castanho avermelhado muito peculiar, e sua percepção é parecida com a de um vampiro, mas porque seu coração bate… ‘’

Ela interrompeu seus pensamentos e se levantou da cadeira abruptamente quando me pegou olhando-a firmemente.

— Os antigos italianos acreditavam na existência de criaturas da noite. Os conhecidos vampiros. — Ela sorriu ao falar de si mesma.

‘’ O mito começou por volta de mil anos depois de Cristo. A história conta que Ambrose e Miakoda duas irmãs bruxas muitíssimo poderosas, entraram em confronto, gerando assim dois tipos de vampiros originais, os que brilham no sol e possuem poderes da natureza e os que queimam ao sol e não possuem os poderes da natureza. ‘’

Ai quanta chatice, ninguém merece ter de ouvir uma coisa que você passou vinte e um anos de sua vida ouvindo.

— Alguém aí sabe qual o nome da outra irmã que Miakoda sacrificou por seus vampiros?

— Luna. — Respondi monotonamente. Mesmo se eu não soubesse, eu responderia afinal, Esme pensou nesse nome.

— E Ambrose a quem teve de matar? — Indagou olhando para mim.

— Betha.

Os outros alunos se perguntavam como eu sabia aquilo, não era uma história muito contada, e já estava até distorcida conforme se passavam as gerações, somente os vampiros originais sabiam da real.

— Festa da calourada hoje ás onze da noite? — Perguntou Mike quando eu já estava indo dar um perdido nos meus ‘’cães de guarda’’.

A ideia parecia ótima, uma bela desculpa para me livrar deles, mas como eu iria sem ser notada?

Liguei para Heidi e pedi sua ajuda, ela era boa em enganar, e facilmente despistou os vampiros da guarda.

Liguei para Alice e lhe informei para onde eu estava indo.

Ela ficou meio indignada, mas no final acabou resolvendo ir também.

Tanto Edward como Alice fazia faculdade também, mas não o mesmo curso, o que me deu uma baita raiva de escolher esse aqui.

Mas bem eu não conseguiria fazer o curso do gostoso do Edward, ele estava cursando medicina, dizia que queria seguir os paços do pai, e já tinha feito há muitos anos medicina teórica segundo ele em Harvard. Mas resolveu fazer novamente e desta vez faria a prática também.

Alice estava em algo tipo biologia, eu não me dou bem com ciências, mas se realmente eu viver eternamente sim eu farei um pouco de tudo.

Pela primeira vez ingeri bebida alcoólica, bebi com meus novos amigos enquanto Alice não chegava. Mas não demorou muito e vi a baixinha entrando na casa de uma das veteranas, Monica.

Meu coração meio humano acelerou quando vi Edward entrando logo atrás de Alice.

Aí a tal Monica anunciou no microfone que os trotes iriam começar.

Ele se chamava: Obedece ou Apanha.

Todos os calouros do curso de história, sim eu disse todos, inclusive euzinha aqui, tivemos que participar.

— É o seguinte, nós mandamos vocês fazerem algo e se não obedecerem, apanham, simples. — Ela sorriu maliciosa.

— Eu acho melhor a gente sair daqui. — Falei para Alice.

— Ah não Bellinha, eu quero ver como é este trote! — Alice estava empolgada, e Edward também parecia estar.

Isso não ia prestar.

A primeira otária foi Jessica, a coitada foi obrigada a ficar só de calcinha e sutiã durante toda a festa e ainda teve que beber duas grandes doses de vodca.

Eric teve que vestir a roupa que Jessica tirou, levando em conta que a roupa de “Piriguete” era tão justa na Jessica, nele então ficou pior.

Quando chegou a minha vez Monica sorriu maquiavélica. Seja o que fosse eu faria, afinal sou forte nada me detém, exceto…

— Vai ter que beber dois copos com sangue de galinha! — Muita gente riu, mas bom, era sangue né? Por mais que seja de animais, ainda mais de galinha — eca! — Não deixava de ser sangue.

O problema era o meu descontrole, eu beberia apenas dois copos, e minha ânsia por saciar minha sede aumentaria significativamente. Eu teria ainda de fingir estar enojada. O que não seria tão difícil.

Afinal, qual o humano em sã consciência beberia dois copos com sangue de galinha sem reclamar?

Ingeri rapidamente sem problema algum, e nem fiz cara de nojo, seria patético, o sangue não era quente e nem atrativo, mas foi bem aceito, olhei em volta o problema foi o instinto, mas eu me contive milagrosamente bem.

Edward pegou em minha cintura e me puxou.

— Está tudo bem?

— Sim sem problema algum.

Neste instante todos vibraram bateram palmas, como aquilo fosse algo de outro mundo.

Dei de ombros e outros foram para o trote, mas não queria ver mais, queria aproveitar Edward.

— Vamos para fora?

— Não, aqueles idiotas da guarda estão em algum lugar por aí, eu não vou arriscar.

— Tudo bem, a fraternidade é grande, vamos.

Ele me puxou pela mão, eu estava extasiada além de um efeito engraçado da bebida em mim, meu corpo reagia a ela, e sentia um leve entorpecimento em meus membros.

— Você sabe o quanto mexe comigo Isabella, sei que posso estar sendo precipitado, mas eu arrisco dizer que estou me apaixonando por você.

Olhei nos olhos dourados de Edward que estava me imprensando em uma parede do andar superior da irmandade.

— Eu não sei dizer o que estou sentindo, pois é tudo muito novo, no entanto sei que é diferente.

Ele novamente chegou com seus lábios nos meus, eu deixei eles se moldarem, e minhas mãos o puxaram para mais perto, senti o estalo da madeira em minhas costas.

— Bella cuidado com sua força.

Olhei para ele mordendo meus lábios.

Edward pegou minha mão e foi verificando cada cômodo da casa, e entre meio a jovens cheios de hormônios que eu sentia o cheiro e a euforia dele, encontramos um cômodo vazio.

Edward me puxou para dentro, entrei trancamos a porta e novamente ele encontrou meus lábios.

Era tão bom, podia arriscar dizer que era melhor que sangue, estar ali beijando.

As mãos de Edward passeando por meu corpo. Eu nunca senti tal sensação de que a eletricidade estava percorrendo minhas veias, mais forte e mais quente do que sentir o sangue por minha garganta era sentir Edward passando as mãos pelo meu corpo, quente avassalador, e dominante.

Algumas sensações humanas se misturavam as vampirescas, sabia estar ultrapassando uma barreira grande, e sem volta, mas eu o empurrei contra a mesa que tinha atrás de nós, e ali eu não pude me conter.

— Bella, se começar, eu não vou conseguir parar.

Olhei em seus olhos, e sabia que eu queria sim, que se dane esse maldito medo do meu pai.

— E quem disse que eu quero que pare?

Foi quando deixamos nosso instinto dominar, estávamos sem roupa na velocidade da luz, e eu cravei meus dentes em sua pele, e unhas, ele gemia de prazer quando sua velocidade me fez ficar na posição cotraria senti minhas costas baterem contra a mesa, e ela estralar, quando senti o prazer de Edward estar me completando.

Ali estávamos nos tornando um, sentia se corpo contra o meu, e sentia ele se moldando dentro do meu corpo que o recebia.

Ficamos tempo demais, sem cansaço somente euforia, mas tínhamos que parar de alguma forma.

Enquanto Edward se vestia e eu mutuamente, sorria para mim mesma, em uma semana tudo mudou, dei meu primeiro beijo, vim a faculdade encontrei alguém que gosto, e melhor, eu acabei de conhecer o que é o prazer.

— Está bem? — Edward depositou um beijo em minha testa, sorri com o gesto carinhoso.

— Perfeitamente, olha acho que vou ter um vício.

Ele gargalhou.

— Nós dois teremos então, eu já sou viciado em você.

Saímos de lá de mãos dadas e com a cara mais lavada, todos nos olhavam imagino que ninguém tenha ouvido, a música da festa estava alta o suficiente, mas Alice, porém estava com uma cara de preocupada.

— Vocês dois são doidos?

— Alice aconteceu! – Edward tentava se explicar.

— Você sabe que não devia ter tomado esse rumo agora às coisas serão mais difíceis, mas que droga Edward!

— Alice não culpe somente ele.

— Você não entende Bella, não é isso, é que… Olha os dois vigias estiveram por aqui rondando e te procurando e pior…

— O que foi?

— Uma vampira loira pequena parece uma criança mal evoluída.

— Jane, só pode. O que tem ela?

— Ela estava por aqui e… — ela ficou parada, e eu pude ver em sua mente a imagem de Jane indo falar com meu pai…

— Não ela não pode fazer isso aquela vaca!

— Calma Bella minhas visões são baseadas nas decisões ela está decidindo fazer isso, mas ainda não o fez e vai demorar, mas… – ela olhou para Edward e vi que somente foram olhares, mas ela não pensou em nada.

— Bella eu sei que é a pior coisa depois de tudo que fizemos é eu te pedir para ir para casa, mas…

— Eu entendo Edward, e ainda vamos ter mais oportunidades. — sorri para ele.

Saindo da festa no caminho os dois idiotas agora estavam quase ao meu lado, eu decidi ir caminhando lentamente e não correr, eu sorri mentalmente, pois aqueles dois estariam muito irritados.

Eu podia chegar ao castelo muito rápido, mas os deixei frustrados caminhando lentamente.

Queria aproveitar minha memórias do que eu acabara de fazer.

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