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Galerinha Mil perdões, mas como já disse PF3 vai ser lenta

espero que gostem:

 

 

POV Belinha

 

Desembarcamos no aeroporto em washingnton, suspirei aliviada, meu lugar não era estar no ar.

Mesmo tendo plena certeza que éramos os dois imortais e nada poderia nos acontecer, eu tinha um frio constante na barriga quando estava no ar.

Edward segurou minha mãe e sorriu para mim, ele sabia desse meu receio e mesmo sem entender os motivos ele aceitava.

— Meu amor, vamos pegar nossas malas.

Era tão mágico e esplendoroso, eu poderia dizer ate surreal, pois estar ao lado de Edward era a realização de sonhos.

Agora realmente iríamos começar nossa vi

da juntos, realmente, pois a lua de mel é realmente um mel, realmente algo que nos deixa ter prazer e se sentir unidos, mas a realidade estava a um passo e eu sabia que estava prestes a enfrentar uma luta.

Deixei de pensar nesse assunto perto de Edward, e ainda evitei muito, bloqueei o Maximo que pude, mas estava chegando a hora de decidir onde fixaríamos a nossa residência.

— Pronta para a vida real?

— Se eu disser que não é muito tarde para voltar a Ilha?

— Não, se quiser voltamos.— Edward deu meia volta e brincou.

— Pare seu bobo, vamos.

Ao sair para fora olhei em volta e senti um cheiro característica, sim Tia Alice, agora também minha cunhada estava ao lado de Jasper.

— Belinha! _ O abraço dela foi estremam ente forte, eu dava graça de ser uma hibrida ou ela poderia quebrar algum osso meu.

— Alice vai com calma! _ Edward tentava acalmar a euforia dela, mas creio que nem Jasper poderia tal façanha

Durante o caminho nossas mãos não se desgrudavam, e eu ficava cada vez mais tensa, pois eu sabia que chegava a hora de decidir tudo, e Edward não iria gostar nada de minha decisão.

Chegamos a mansão Cullen, e mesmo tendo esse sobrenome agora em meus documentos, eu não me sentia em casa.

— vamos. — Edward pegou minha mão e na outra trazia a mala, Jasper pegou a minha, e Alice enganchou em meu outro braço.

— Sabe Belinha, eu e Jass decidimos que vamos ficar mais aqui em Forks, sabe, pois eu estou amando a ideia de ter você aqui de morarmos juntos, sabe claro que em certas horas isso é complicado, mas a casa é grande.

Ela estava animada, isso me deixava mais triste e preocupada com o que eu iria informar.

Assim que entramos na casa, meu estomago roncou, meu lado humano ainda era gritante.

Edward sorriu,

—Quer que prepare algo?

— Não eu me viro.

Corri ate a cozinha mas minha fuga foi mais para parar de me sentir culpada, Alice queria muito que ficássemos todos juntos.

Suspirei olhei para a geladeira e demorei mais que tempo normal para preparar um simples sanduiche, ao qual eu ate estava perdendo a vontade de comer.

Suspirei fundo indo ate o filtro encher um copo de água, eu tentava não pensar muito, e quando pensava eu bloqueava a todo instante para evitar que Edward ouvisse.

— Posso sabe o que esta escondendo de mim essa viagem inteira.

Mesmo com meus sentidos aguçados e perfeitos, deixei o copo cair de minha mão.

— Edward! Que susto!

— Olhe para mim deixe isso ai. _ ele segurou minhas mãos me puxando para perto, encarando meus olhos, que droga eu odiava isso, quem consegue esconder algo tendo um par de olhos dourados ali te encarando.

— Edward o que foi não estou…

Ele levou seus dedos galados em meus lábios, agora não mais sua temperatura me afetava meu lado vampira me dava essa vantagem.

— Não adianta, estou percebendo faz alguns dias antes de voltarmos, e durante a viagem, você esta me bloqueando

— sempre te bloqueio Edward_ falei desviando o olhar.

— Não desta forma, você esta me escondendo algo e eu sei.

Suspirei eu teria de ser clara e o quanto antes.

— Edward , eu não posso morar aqui, quer dizer nos não podemos, visto que somos asados temos que ficar juntos.

— não estou te entendendo, não vamos morar juntos aqui?

— Edward! — Suspirei criando coragem de falar— Veja bem Sou uma loba, a alpha da tribo.

— Sim, e o que isso tem a haver?

— Sou a alpha Edward, a líder, eu tenho que estar a parte de tudo. Como conseguirei deduzir o que está acontecendo em volta da tribo, se eu estou a quilômetros de distancia.

— Sim eu sei, e por isso voltamos a forks.

— Não esta entendendo? Eu tenho que viver na tribo, La em La push.

— não mesmo!_ neste instante eu liberei minha mente.

Edward fez varias caretas, e me olhou perplexo.

— Belinha, não podemos, sabe que eu sou um vampiro, não posso ficar lá e as leis, e …

— e tudo que já foi reformulado por nossa convivência, isso não conta? Olha Edward eu sou uma hibrida, veneno vampiro corre em minha veias, e mesmo assim eu sou a alpha, e ainda quer colocar empecilho?

— Não é um simples empecilho Sarah.

Agora a coisa ficou tensa Edward nunca me chamava de Sarah.

— Edward não me venha com esse orgulho que sei que é isso que sente.

— Orgulho? — ele fez uma cara de espanto e se virou para o outro lado evitando meu olhar, eu havia jogado somente, mas vi ali que se tratava disso.

— então é isso? Puro orgulho! Olha Edward depois de tudo que passamos eu não imaginava isso.

Sai da cozinha subindo ao seu antigo quarto ao qual tinha sofrido uma reforma, sim agora tinha uma cama de casal e parte de suas prateleiras estavam vazias esperando somente que minhas coisas ocupassem o lugar.

Eu estava nervosa, irritada eu sabia que ele não reagiria bem, mas orgulho.

Respirei fundo enquanto andava de um lado para o outro no quarto, estávamos somente algumas horas de nossa verdadeira vida, e já tínhamos brigado.

Foi neste instante que eu me toquei, sim, era nossa primeira briga, eu parei e comecei a rir, isso sim nossa primeira briga de casal.

Sentei na cama ainda rindo.

— Ainda bem que sou engraçado, imagina se eu te fizesse chorar em nossas brigas.

Olhei para meu perfeito marido, sem entender muita coisa do que estava acontecendo

Edward se ajoelhou em minha frente, pegou minha mão.

— desculpe-me.

Olhei em seus olhos bem no fundo, e vi que se ele pudesse chorar tinha o feito, pois estavam longe e frios , eu via tristeza.

— Edward não fique assim meu amor, eu te amo, e olha tivemos nossa primeira briga.

Sorrimos juntos.

— Quer comemorar?

— Não! Obrigada, não quero comemorar estas coisas.

— me expressei mal, vamos a reconciliação, não dizem que a melhor parte do casamento é se reconciliar na cama.

— Seu pervertido .

Rimos juntos ate que Ele alcançou meus lábios, dando um beijo terno, mas que já tratei de deixar mais intenso.

Minhas mãos iam em sua nuca acariciando seus fios soltos ali naquela região.

Mas eu ainda não sabia qual era a conclusão desta nossa briga.

— Belinha não estrague o momento.

Ele disse assim que meus lábios separaram-se dos dele, e eu o encarei, minha mente aberta ele pode ler a minha duvida.

— Não quero estragar, quero resolver.

Suspiramos junto, mas ele me olhou firme em meus olhos, mordi meus lábios quando ele segurou minha mãos.

— Sabe aquele ditado que diz que a mulher nos vence , pois é verdade.

— esta falando sério!

— Sim mais que sério, vamos sim morar onde você preferir.

Eu pulei em seu pescoço, e mesmo sendo um vampiro, a minha força era igual se não maior que a dele, o impacto foi grande ao cairmos no chão.

Fiamos ali nos beijando , e acariciando um ao outro, e mesmo sabendo de nossa eternidade nestes nossos momentos , sempre estávamos aproveitando.

Duas batidas na porta nos retiraram de nosso momento.

— temos companhia.

— Alice?

— Não! _ Edward sorriu_ olha como não pensei nisso antes—Venha _ele me puxa para sala, que lá, Esme esperava com os olhos brilhando e com um certo orgulho de si mesma.

—Querida, vamos _Esme puxa-me com velocidade a fora da casa.

Edward e Alice já estavam em meu lado.

—Parece que minha animação não atacou os sentimentos de você, Sarah _a voz de Alice fica tensa quando fala meu nome. Meu primeiro nome.

—Estava sem entender nada, Esme estava ali? Ela não estava com Carlisle longe?

—Vamos atravessar o rio primeiro, e depois saberá _Antes mesmo de eu perguntar de novo um “Como?” ou “Oque?”, Edward me puxa pela cintura e atravessa o rio com um só pulo.

Andamos mais um pouco –com a velocidade de um vampiro e uma loba/mulher, sem eu ao menos me transformar-, chegamos ao tal lugar. Aonde raios solares batiam entre folhas e pedras, direcionando ao encontro, a surpresa. Um tipo de chalé apareceu no meio das pedras e terra batida, como um esconderijo da sua certa cor: marrom-escuro e verde. Pedras fizeram parte do telhado. Era o tipo de casa, que só em meus sonhos apareciam.

—Lindo… _minha voz falha, não avia palavras.

—Melhor que a casa de vidro dos Cullen? Há! _Alice debocha. Alguém estava meio triste, acho.

Eu me viro, e vejo três vampiros me fitando como se esperassem uma continuação de minhas palavras, ou apenas uma pergunta.

—Esme…?

—Gostou, querida? _eu sabia que eles estavam inseguros de minha resposta, mesmo sabendo que eu não conseguiria dizer um “não”. Mas como sabem, sou uma péssima mentirosa, e foi muito difícil esconder de Edwad, assim que ele chegou eu me mantive longe, e nem a Alice sabia disso.

—Eu…é perfeita, Esme _Sem meus sentidos, eu abraço a vampira que já estava com um sorriso imenso. E por fim, digo: —Obrigada.

—Iríamos fazer mais perto do riacho, mas não queríamos que os lobos tivessem que passar do espaço aonde devem ficar. Mesmo não importando, mas acho que eles se importam…_com a animação esplendida, Esme continuou a falar, mas eu não escutava mais.

O vampiro de olhos dourados me fitava, com um certo sorriso torto de tirar o fôlego de qualquer um. Deixamos Alice e Esme tagarelando e viramos para ver a pequena casa, que ficava expandida pela grande floresta verdeada. Senti a mão fria se enlaçar em minha fina cintura, e os lábios de mármore beijarem meus cabelos.

Sem brigas, ficaríamos bem no meio da divisa, dos territórios .

Aquele momento estava perfeito.Tudo estava. Mais sabia, que meus sonhos diziam alguma coisa.

 

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