BaB.

Cap. 15

 

Pov. Bela

–O que você quer comigo?- cruzou os braços no peito.

–Coloca o cinto. – Orientei tentando não chegar ao tom seco de sua voz direcionada a mim.

–Perguntei o que quer comigo e não o que eu devo fazer. – Disse sendo sarcástico, não ao tom do Damon, mas perto disso.

–Sinto muito, se a educação não passou na sua casa quando era menor, mas na minha sim e inclusivamente, me ensinou a gostar quando os outros usam ela comigo. – Respondi no mesmo tom, fechei os olhos e os abri novamente, falando num tom mais suave continuei. – Vai colocar o cinto ou não?

–Para onde vamos?- Enfim colocando o cinto.

–Dar uma volta, enquanto falo com você. – Coloquei o carro e movimento seguindo para a estrada.

–Sobre o que quer falar?- Perguntou a me ver estacionando perto de uma floresta.

–De quem seria a melhor pergunta.

–Então, sobre quem vamos falar?

–Damon, Damon Salvatore.

–Não sei quem é. – ele deu de ombros como se ele não soubesse realmente quem era.

–Sabe sim e vamos…

–Não sei e não quero falar. – Foi abrindo a porta.

–Eu sei o que e quem é você, então não dê uma de bobo, pois é o único que irá acreditar e será inclusive o próprio bobo da história. – Dessa vez, eu é quem cruzou os braços.

–E quem eu sou? – Olhou profundamente nos meus olhos esperando eu errar ou uma falha.

–Você é Alaric Saltzman, um dos melhores caçadores de vampiros e um dos mais conhecidos, está a procura do Damon Salvatore há décadas ou talvez século… E claro, se passou por um professor de história para ficar de olho na cidade que era a sua antiga casa. E agora? Conhece algum Damon Salvatore?- Ele apertou os olhos e saiu do carro, fechando a porta com força.

–Eu não me passo por professor, eu sou um ótimo professor de história, por já viver anos eu me garanto, agora sobre o Salvatore, O que você tem haver com ele?

Sai também do carro e fui atrás dele.

–Não te interessa.

–O quê? Você pode saber tudo sobre mim e eu não posso saber nada sobre você?

–Basicamente isso, a detetive aqui sou eu.

–Me diz logo as “coisas” que quer falar sobre ele, antes que eu vá embora ou atrás da criatura.

–Eu quero que deixe ele em paz.- Falei sem mais delongas.

–Qual é! Trouxe-me até aqui para nada?

–Ele não é nada e nem uma criatura.

–Eu vou querer a cabeça dele fora do corpo e não é uma detetive qualquer que me fará parar… Não enquanto eu não tiver a cabeça dele em minhas mãos.

–Ele mudou.

–É o que você acha.

–É a realidade, e temos a maldição.

–Acha mesmo que uma simples maldição vai mudar ele?

–Eu… Eu… Claro que sim!

–Está errada! Damon é um dos mais sanguinários vampiros que já se ouviu falar, ate os próprios lideres dos vampiros querem a cabeça dele, eu estaria fazendo um favor.

–Não, você…

–Pessoas nascem boas e morrem boas, outras … Nascem boas e quando crescem viram más, o que ele escolheu. A vida é feita de escolhe e não é uma maldição tão simples que vai muda-lo, ninguém pode muda-lo.

–Ele não é mal…

–Ele é mal. Eu tenho certeza que ele já tentou te matar.

–Não… Ele… Nunca… – Lembrei-me da nossa primeira vez, do seu olhar …

–Sim querida, ele tentou e você sabe. Ele nunca será bom novamente e mata-lo será a melhor opção para nós, para todos.

–NÃO! ELE SALVOU A MINHA VIDA E DE OUTRAS PESSOAS! MATA-LO NÃO É UMA OPÇÃO! E VOCÊ NÃO VAI FAZER COM QUE EU ACREDITE NISSO!

–Pensei que fosse esperta, mas já que não é… bem, foi bom conversar com você, Isabella Swan, mas tenho que fazer algo mais sério que ficar ouvindo baboseiras vindo de você. Adeus Isabella. – Colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha, virou as costas e saiu andando. Deixando-me ali, sozinha, enquanto caminhava floresta adentro.

–Não você não vai sair assim, sem me escutar direito.

–O que você ainda quer que eu escute?- se virou entediado.

–Eu o Amo!

–Como pode amar …aquilo!- ele me olhou de forma com nojo.

–Não é aquilo, e sim ele, uma pessoa, por traz da fera.

–Para mim é mais uma fera.

–Você não entende está tão cego com essa busca que não quer enxergar quem é o vilão, quem é realmente quem tem que buscar.

–O Cullen, eu vou atrás dele, assim que pegar o Salvatore.

–Damon, esse é o nome dele, é tão difícil para você associar um nome, não é mesmo, pense bem, ele agora esta com sua humanidade ligada , esse é o que ele é humano, não o que ele é sendo a fera sem humanidade.

–Detetive, não deixe se segar.

–Acha que eu não sei o que vagar anos atrás de uma vingança? Eu busco o assassino de minha mãe, Edward Cullen, ele a matou e quase me deixou lá para ser uma vampira, e Damon ele me salvou.

–Bom para você.

–Olha! Estará fazendo o maior erro de sua vida se mata-lo.

–Erro ou não, este é meu trabalho, o seu é prender humanos assassinos, humanos que fazem o mal, e o meu é por fim a estes vampiros que não seguem as regras, sabe o que é pior, o trabalho de um caçador é matar sem saber nada não importaria se eles fossem ruins ou bons, somente aniquilar, esse é meu trabalho.

–Mas porque muitos ainda estão a solta?

–Porque um dia um caçador e uma bruxa fizeram um acordo com os vampiros e ai se eles se mantem na linha eles tem esse direito, mas eu luto sempre com essa minha intensão esse meu extinto, eu deveria mata-los, mas para manter essa paz eu tenho que me segurar.

–Então faça sua parte poupe Damon.

–Damon não se aplica a essa regra.

Ele então se virou e foi em direção à floresta, eu estava preocupada, eu sabia que se Damon ainda estivesse na floresta caçando ele poderia ser encontrado.

Quando decidi que iria atrás dele, meu celular tocou.

–Alo

“Bella”

–Nick?

“Bella, venha, por favor, eu preciso de você.”

–Onde esta? O que ouve? Sua voz esta fraca.

“Bella, estou…”

O telefone deixou a voz de Nick e passou a outra voz,

“Isabella- “reconheci a voz, era ele, a voz que estava na floresta …

–O que você quer Edward? O que fez com Nick?

“Nick? Ele esta bem, na medida do possível.”

–Me diga o que você quer?

“Você vai fazer exatamente o que eu te mandar.”

 

Pov. Damon

Se Um dia em minha existência eu imaginasse que eu poderia amar de certa foram e certa força, eu talvez não tivesse rejeitado esta minha vida, eu talvez não tivesse feito tudo que fiz, e isso não teria me levado a matar aquela família de ciganos, e hoje, certamente eu estaria livre desta maldição que assola meu ser, e eu estaria livre para desfrutar deste amor.

A força que emana de Bella esta em mim, e isso eu sinto há muito tempo, a sua força e determinação elas são parte da pessoa maravilhosa que ela, é, e linda perfeita de uma forma maravilhosa daquela forma a qual jamais um humano a mereça, nenhum ser e nem este monstro que vive em mim, nem esta forma obscura que se decide manifestar esta fera.

Mas se não fosse a maldição estria eu naquela circunstancia, eu a encontraria naquele dia? A teria salvo? Decerto que não, ela nem entraria em minha vida, e isso era o que me dava forças para suportar esta maldita condição de ser desprezível que eu era.

Em meio a floresta eu caçava uns míseros coelhos e se desse sorte eu encontraria um animal maior estava com sede, a garganta da fera estava sendo saciada.

Lembrava-se de cada atitude, e não me encaixava na mente eu fui um bruto rude e grosso, ela merece acordar ao lado de um homem a que possa lhe dar o afeto necessário, e não a uma fera que pode ate mata-la isso a palavra vinha em minha mente de certa forma que me corroía, como pude tentar mata-la só de imaginar o corpo de Isabella sem sangue e sem vida sem aquela vida que emana dela meu coração sentir-se esmagado.

Ela me trouxe de volta com lembranças boas? Bem era o que ela pensava na verdade eu só voltei pois consegui me concentrar na atrocidade que eu quase fiz.

E as palavras sujas e medíocres que eu a proferi, isso fora o fim da picada, eu não poderia a condenar a um destino destes .

Minha mente rodava com a ideia de ir embora, ate caçar estava difícil, foi quando meus sentidos me alertaram da presença de mais alguém.

Em instantes eu o vi, ele estava lá, Saltzman.

–Ora, ora, se não é o Salvatore.- Falou caminhando para parar em minha frente.

Eu acabara de me alimentar de animais, eu não era tão forte como vampiros que se alimentam de humanos, mas isso me mantinha saldável, Saltzman era um caçador de séculos e isso lhe dava força.

–Sim, esta vendo outro aqui?

–Não somente você, e que bom é quem eu queria encontrar.

–Bem eu não ando muito violento, mas eu abriria uma exceção para você afinal está á minha busca e que não foi bem sucedido.

Neste instante o caçador se aproximou com sua velocidade e pulou em minha direção

–Vai querer uma revanche por ter perdido da última vez? Ou irá querer morrer mesmo?- Disse a ele desviando de sua tentativa de me atacar.

–Sempre irônico. – ele debochou , rindo, olhou novamente para mim, e correu em minha direção.

–Não digo o mesmo de você…- desviei novamente, estava sendo fácil, ou ele estava lento demais.

–Fala sério, Salvatore… Achou mesmo que seu romance com aquela detetive iria dar certo? Isabella não é parar você.- Zombou, assim que eu estava longe, virei-me com raiva agora.

–Não coloque Isabella no meio. – Cerrei os dentes com força.

–Por quê? Só estou dizendo o que você não teve coragem de dizer a ela, pobre Isabella! Sofrerá de novo… –Rosnei alto e corri em sua direção, agora foi minha vez de ataca-lo.

–Bella, não é qualquer uma e não fale com sua boca o nome dela. – Prendi seu pescoço contra a árvore próxima, minhas mãos o seguravam fortemente e emburrando seu corpo.

Saltzman deu um soco em meu peito, me fazendo voar. Seu soco foi muito forte, mas logo estava de volta a posição de ataque e ele também, nós nos olhamos, ele cerrou o olhar e eu rosnei rudemente. Corremos um contra o outro chocando os corpos, ele me derrubou com um golpe e atirou uma madeira na direção do meu peito.

Rugi de dor.

Ele ficou com um joelho no chão e o outro dobrado, abaixou a cabeça e riu, na verdade gargalhou e enfiou a estaca mais fundo, ela raspou no meu coração, tentei me levantar e ele atirou outra pegando meu braço.

–Acho que teremos uma Fera a menos hoje.

–Você tem razão, me mate, enfie direto em meu peito e pare de enrolação.

–Não eu gosto de ver você sofrer por suas vitimas.- ele me deixou ali com as estacas enfiadas, e começou a andar de um lado a outro discursando, eu queria acabar logo com aquilo.

–Qual é , você é um homem informado, já deve saber que chegou atrasado uma cigana chegou antes!

–Há! Quer dizer a sua maldição! Isso não muda nada.

–Muda sim, você sabe que se não fosse essa maldita humanidade ligada a mil aqui eu já tinha enfiado os dentes em seu pescoço sem pestanejar, mas sabe o que é viver cada dia e cada noite lembrando-se de cada morte, sabe o que dormir e sonhar com os gritos, pois bem você vai estar me fazendo um favor.

–Fácil de mais não acha?

– sim, você me livra desse carma desta dor, nem a coragem para fazer isso sozinho eu tenho.

–E sua amada Isabela? Não pensa nela?- ele se agachou ao meu lado, e girou uma das estacas a que estava próxima ao meu coração, aquilo queimava eu sentia a madeira próxima de me tirar a vida.

–Ela- eu falava gemendo- não merece um monstro, uma fera, que nem ao menos pode ama-la sem querer mata-la.

–como ? não acabou de dizer que não mata?

–Essa maldição, ela não vem sozinha ela tem um preço, para um cara esperto você não pesquisa muito.

–Me fale, eu gosto de conversar.

–bem estou quase morto mesmo, podemos bater um papinho legal de despedida afinal foram anos em que você me procura.

–Sim e agora estou prestes a realizar meu desejo, mas eu quero sabe, me diga o que essa maldição tem de tão extraordinário e especial?

–Eu não posso ser feliz , entendeu, e estar ao lado de Isabella me deixa feliz, ai a humanidade se desliga totalmente.

–Ui quer dizer que você e ela?… Nem quero imaginar parece nojento.

–Ei, eu sou vampiro, mas sou homem ta legal.

–Se você diz.

–Agora enfia logo esta estaca que essa merda dói de mais, assim você se realiza, Volturi poupam trabalho, Isabella chora, Stefan fica triste, lexie fica feliz e tudo volta ao normal.

–Sem graça você, mas eu não vou te matar hoje.

Ele retirou as estacas rapidamente.

–Que merda é essa?

–Não dá, você esta muito humano , eu não consigo, mas Damon estarei sempre por perto.

(***)

–Dois copos e uma garrafa de Whisky, Matt. – Pedi ao humano “amiguinho” da Elena.

–Quem diria, hein Salvatore… – Começou.

–Nós dois no bar, bebendo. – Completei a frase.

–É o que dizem… Quem muito reclama, um dia acaba junto. – Riu jogando a cabeça para trás.

–Aqui está.- Matt, o humano, colocou os copos na nossa frente, despejou Whisky dentro e deixou a garrafa ali.

–Eu nunca ouvi essa frase, Saltzman. – Fiz cara de confusão e bebi um gole.

–Porque você é sem cultura.- Imitou meu gesto.

–Eu tenho mais de três séculos de vida e eu, sou sem cultura? Faça me rir melhor!

–Pode ter certeza que eu, Alaric, faço. –Rimos juntos e viramos o copo garganta abaixo.

Estava em mais uma rodada esse cara é legal, eu me identifiquei com ele, em instantes estávamos nos matando e depois agora estamos aqui dividindo uma garrafa de uísque

Meu celular tocou;

–Alouuuuu- minha voz saia arrastada.

“Damon está bêbado?

–Não! acho que.. ahh estou sim

“Damon, pelo amor de Deus”

–Lexie pode parar de gritar, estou aqui com meu mais novo amigo e camarada.

“-Seu idiota tapado, precisamos de você sóbrio!”

–O que foi? A pia entupiu?

Ri alto, e Rick, isso meu atual camarada estava rindo também.

“Damon seu idiota é a Bella”

Naquele instante mesmo bêbado eu me concentrei.

–O que ouve com a Bella?

“-Ela sumiu.”

Notas finais do capítulo

Ual, Recapitulando: Edward Ligou para Bella e ele estava com Nick de refém
agora Lexi Liga para Damon e diz Que Bella sumiu!!!!!
OMG o que vem a seguir?
Final de temporada isso sim que vem:
Vamos aos fatos, a fic se baseia em Bella atras do assassino de sua mãe isso, bem ele já foi descoberto, aleluia agora vamos é ver a surpresa para esse final de temporada, sim teremos capa nova post novo, tudo novo para a segunda temporada de BaB
que reserva muitas surpresas isso mesmo.
Então bora comentar galera
que esta série, ainda tem muito o que rolar.
beijos da Izis e da Vickie também que ela deu uma saidinha mas no ultimo capítulo da temporada no seasone finale ela aparece aqui ok

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