Olá para todos, esta fic sera postada como disse as quintas e sábados, mas de inicio estou dando uma adiantada para vocês conhecerem a história e ai vai o prologo espero que gostem:

Musica inspiração Evanecence: Bring To Life

Forks 2004- 23h00min

 

À noite nas cidades de Forks nunca foram às preferidas de Bella, seus pais decidiram separar-se há quase um ano, e para não parar a escola no meio do colegial Isabela Swan decidiu ficar com seu pai Charlie Swan até que terminasse o colegial, seus planos eram de morar então com sua mãe na Florida.

Isabela estava com 16 anos fazia um trabalho com sua amiga, Ângela Weber, na casa dos Weber’s.
Se passava das 23h00min da noite, Isabela despediu de Ângela.

_Ângela, tenho que ir, minha mãe vai embora amanha, e já esta muito tarde.

Renne estava passando a semana em Forks enquanto seu novo namora estava na florida assinando o novo contrato, ela queria passar um tempo com Bella.

_Tudo bem, o trabalho está concluído amanha é só entregarmos, Bella você é fera mesmo sabe tudo de historia, aliás, você esta muito bem em todas as matérias.

_Ângela desde que minha mãe foi embora, tento manter minha cabeça ocupada, eu amo Charlie, mas sinto falta de minha mãe.

_Sei como é não sei como estaria nesta situação, bem acho melhor você ir.

Ao descer a escada Bella tropeça no último degrau “merda” ela pragueja baixinho.

_Ual, Bella você falando palavrão.

_É que é uma droga sempre ando tropeçando à toa.

_Nem liga tem uma tabua solta ai mesmo.

Bella entrou em seu carro, e ao virar à chave do motor a partida não foi dada.

_Mas que droga, tenho que trocar a bateria desta merda logo.

Mais umas tentativas e o carro pegou, ela saiu das mediações da cidade e, direção a sua casa que ficava mais ao subúrbio tinha que pegar um pedaço de estrada que passava pelo bosque que dava na floresta de Forks, Bella odiava aquele caminho, totalmente sem iluminação.

Ao entrar na curva a caminhonete morre.

_Que droga!_ Bella bate no volante intensamente, e tenta inutilmente ligar a chave, e nada, de tanto tenta fazer o carro pegar o pouco da velha bateria acaba.

_Legal isto, agora?

Bella pega seu celular e decide ligar para seu pai.

_Pai, o carro morreu aqui na estrada.

_Filha calma, aonde você esta?

_Na curva da Zero Um.

_Bella, estou no meio de uma chamada, teve duas mortes aqui na cidade agora pouco e um atentado na entrada da trilha, algum animal, então tenho que ajuda-los, folha sua mãe esta mais perto, peça ajuda a ela.

Bella desligou o telefone observando abateria que também estava quase acabando.

_Só o que me faltava, -. _ ela discou para sua mãe._ Mãe.

_Bella, onde está?

_Mãe a porcaria do carro morreu, estou aqui no meio da estrada, na curva da Zero um.

_Calma filha já chego ai.

Parecia aqueles filmes de terror, onde o monstro parece e pega a mocinha, o silêncio era assustador a lua no alto e uivos que parecia de lobos, ali perto.

Sem bateria o carro estava sem o aquecedor o que deixava tudo mais sombrio e frio.

Quando avistou as luzes do carro de sua mãe, o alivio invadiu seu corpo, ela desceu do carro e abraçou sua mãe, o abraço de sua mãe a fazia sentir segura.

_Bella, vamos logo não gosto desta estrada.

Depois de tentarmos usar os cabos de bateria, e com sucesso o carro pegou, deixamos por um tempo a bateria carregar.

_Filha, não me sinto segura você estando longe de mim.

_Mãe, passa rápido, talvez que saiba eu não termine somente este ano e vá para florida com você, não se preocupe Charlie é um bom pai.

_Sei filha, você é a vida de seu pai, mas é coisa de mãe sabe, mas vamos ver.

Renne já estava com os olhos cheios de lágrimas quando outra luz de carro encostou.

_Ei o que duas moças fazem à uma hora dessas na rua?

_O carro de minha filha deu problema, mas já resolvemos.

Mesmo assim os homens desceram do carro, as duas perceberam que estavam armados, Renne encarou um dos homens e teve uma imagem em que conhecia.

_Bella corre.

_Para onde?

_Para floresta algum lugar corre.

As duas se colocaram a correr, mas um dos homens atirou, e Bella gritou, mas não parou de correr como sua mãe mandou.

Ela olhou e pode ver sua mãe ainda caída.

Quando Bella tentava correr dos homens armados, outra criatura apareceu e quando achava que estava salva olhou e observou que não era humana, então ela correu, mas a criatura ainda corria atrás dela. Ela entrou em uma casa abandonada, Bella tentava esconder-se.

Isabella sentiu-se observada, então um grito a tira dos seus devaneios e esse grito parecia de sua mãe e vinha do interior da casa. Abriu a porta de uns dos cômodos, viu o que jamais esqueceria dali em diante.

Sua mãe parecia desmaiada e um ou alguém a segurava fortemente com a boca no seu pescoço, a luz do ambiente era da lua que entrava pelas flechas da cortina da janela.
O monstro se virou para Isabella e o rosto mal dava para ver, os olhos negros faiscavam na escuridão e sua boca refletia o sangue de sua mãe, ele soltou sua mãe fazendo um baque no chão.
Uma risada foi ouvida, a risada vinha daquele monstro parado alguns passos de distância, era melodiosa e pareciam sinos juntos tocando em sincronia.
–Não vai dor eu prometo. _ assim pulou em Isabella.
Correu para o andar de cima, o monstro a pegou e jogou-a contra a escada, machucando a cabeça e sangrando. Ele pegou a mão dela e levou até seu pulso abrindo a boca.
Isabella fechou seus olhos com força e não sentiu nada, abriu-os e deu para ver o monstro sendo empurrado pela janela e outro monstro ou uma pessoa indo logo junto.
Correu novamente até o andar de baixou e foi em direção sua mãe abraçou-a fortemente, gritava seu nome com a esperança de vê-la abrindo seus olhos, mas isso não aconteceu. Só pode ouvir um último sussurro de sua amável mãe.
–Nunca… se esquece que…eu te amo. Sussurrou Reneé.
Isabella levantou-se e gritou “Não” em plenos pulmões para o céu, caiu de joelhos chorando, sentiu a Dor da perda, o sofrimento se arrastando até ela.
A pessoa que sempre te amou, cuidou, protegeu, brincou, conversou, estava ali morta na sua frente, deitada, pálida e sem vida. Reneé Dywer não voltaria a acordar. Nunca mais.
Chorava compulsivamente, seu choro era doloroso e sentido, ela era frágil igual a uma garotinha de cinco anos. Um dos seus bens mais preciosos fora embora e não poderá tê-lo de novo.

Isabela ousou olhar para cima, e ao alto da escada em pedaços o monstro que acabara de salvar estava a observando, com lagrimas nos olhos Isabela não conseguia ver nada direito, o monstro com uma velocidade sobrenatural correu para fora, Isabela tentou inutilmente segui-lo, mas em vão, ela estava li novamente na floresta escura, onde tudo aconteceu, sozinha e sua mãe estava ali na casa ao lado morta.
Ficou fraca e a escuridão a tomou.

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