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Olá galerinha, bem como o feriado está ai, eu tenho uma surpresa…

sim dois capítulos para vocês, já que sábado não poderei postar.

Beijos Izis

O aniversário

POV Belinha.

Ao descer da caminhonete de Carlie em La Push, percebi a decoração no jardim de nossa casa.

-Eles me esperaram com uma festa!!!!

Mal falei meus pais apareceram na porta, e todos os convidado, nem eu sabia que podia ter uma festa tão grande e cheia de pessoas, até a avistar de longe.

-Tia Alice.

Corri e pulei em seu pescoço com euforia.

-Calma garota.

-E eu não tenho esta atenção? – Minha mãe estava ao lado com ciúmes de meu tratamento com tia Alice.

-Oi mãe- a abracei.- é que já faz tempo que não vejo  a minha madrinha.

-Venha vamos trocar estas roupas por uma mais apropriada. – Tia Alice me puxou para dentro de casa até meu quarto para trocar as roupas da viagem.

Quando descemos a musica já estava tocando.

Musica:

http://www.vagalume.com.br/demi-lovato/unbroken-traducao.html

Todos os jovens da tribo estavam presentes.com certeza meu pai tinha muito a ver com isto, ninguém recusaria um convite do chefe da tribo.

AS arrogantes Taisa e Marcela, que nunca me dirigiram a palavra, e ele Sam Jr e sua gangue de garotos, estavam ali.

Ruborizei só de pensar em meu sonho durante o voo.

Eu sentia falta de alguém, mas eu sabia o quanto ele era ocupado, e a última vez que o vi eu tinha 10 anos, Tio Edward, era um médico muito bom, um dos melhores obstetras, minha mãe contava com orgulho que foi ele a me trazer a vida, e após isto ele decidiu fazer obstetrícia, e hoje só cuidava de casos raros e complicados.

Beth era a única garota da tribo que falava comigo raras vezes, ela se aproximou, e me deu os parabéns.

Talvez se desse ao fato de que ela não falava mesmo com ninguém, conseguia ser mais estranha que eu.

Tentei me enturmar e fui até onde os jovens estavam.

Taisa me deu os parabéns, e começou a falar comigo como por um milagre.

A musica que tocava era uma de minhas preferidas, e me dava vontade de dançar, infelizmente eu não faria isto na frente de todos aqueles adolescentes bobos.

-Você não costuma dançar?- Taisa me perguntou.

-Sim, em meu quarto sozinha.

-Que nada. Vamos assim chamamos atenção dos garotos.

Garotos? Pensei, seria uma boa ideia? Fui mesmo assim, achei ter percebido um olhar entre as meninas, mas deixei quieto, devia ser coisa de minha cabeça, o verão era longo e elas poderiam ter mudado, e como eu teria mais um ano pela frente era melhor eu tentar me enturmar.

Enquanto dançávamos percebi Sam JR me encarar tentai desviar o olhar, Taisa percebeu.

Quando dançávamos outros jovens resolveram se aproximar.

Percebi Marcela sair do meio e falar algo com Sam JR. Ela olhou para mim e se aproximou.

-Sarah, Sam quer falar com você atrás da oficina de seu pai.

-mas como? Não posso sair agora.

–Vai é rápido.

Eu temia em o que seria, mas eu não poderia passar esta vergonha eu teria que ir lá.

-Você me dá cobertura?

-Claro Sarah, vá.

Ao me distanciar deu a impressão  delas rirem, mas rapidamente fui até atrás da oficina.

Cheguei lá e demorou um pouco Sam chegou.

Minha barriga estava cheia de agulhas agora, e as pontadas eram imensas, eu nunca convencei com nenhum garoto, e se… ai …ai.. eu nunca nem havia beijado em minha vida e se ele quisesse…

-OI!

Ele me encarou com seus olhos escuros e a cada passo que dava meu coração estava a mil.

-Oi – respondi. – senti meu rosto vermelho, todo sangue quente de meu corpo tinha ido parar ali.

-Marcela disse que você queria falar comigo.

Agora tudo foi para os ares ela me disse o mesmo.

Fiquei completamente calada, eu não sabia o que fazer agora.

-Diga algo Sarah, o que quer de mim?

Era isto que elas riam, armaram para mim.

-Nada, é que … elas me disseram ao contrário, que você… – engoli seco- que você queria falar comigo.

Sam abriu um sorriso largo e lindo, eu nunca reparei nele assim, porém agora tão perto.

-Não liga para elas são umas bobas, você Sarah, é linda, e podemos aproveitar este mal entendido. – ele se aproximou e colocou meu cabelo atrás da orelha.

Linda ele me acha linda, eu ficava cada vez aflita, e cada vez meu sonho vinha à mente.

Quando ele se aproximou, minha boca ficou seca, droga era hora para falta de liquido na mucosa bucal!!!

Seus lábios se aproximaram e sentia o calor de sua pele cada vez mais próximo.

-Sarah Bella Black!!!! – era a voz de meu pai._ E Sam Jr, você e minha garotinha, temos que conversar.

Aquilo era pior que meu pesadelo.

-Senhor Black eu posso explicar.

Eu não queria ouvir mais nada, quase todos da festa vieram para ver os gritos era uma vergonha.

Sai correndo e me deparei co Taisa e Marcela rindo como duas loucas, elas olharam para mim.

-Viu, isso é para mostrar que ninguém me rejeita, ele não quis ficar comigo agora vai se ver com o chefe.

Ouvi ela falar com Marcela, e entendi tudo eu fui usada só por capricho de Taisa.

Eu corria envergonhada com a cabeça baixa em direção a minha casa, quando me bati contra algo duro como pedra, demorei para perceber que era Ele, o que eu fiz foi somente me lançar a chorar mais e a abraça-lo.

POV Edward.

(***)

-Alice estou quase chegando, é que meu voo atrasou.

-as vezes acho que nossa velocidade de vampiro seria melhor forma de se locomover.

-Só que levantaria muito mais suspeitas, eu já estou chegando.

-E você lembrou de comprar um presente.

-Claro, eu nunca esqueço.

-Então apure, você vai ser a surpresa maior, apesar que eu acho que quem vai se surpreender com ela é você

-Por que?

-Nada, quando você chegar você verá, e não se esqueça ela não é mais criança, então o presente não deve ser infantil.

-Eu te garanto que não errei.

(***)

Desliguei o celular e acelerei, algumas multas não fariam diferença, eu também estava com pressa de ver minha afiliada, Belinha, eu a vi somente em seu aniversário de 10 anos, deve estar grande, e linda.

Fiquei intrigado com o que Alice disse, o que me surpreenderia.

Graças a uma revisão no tratado desde o nascimento dela, agora eu e Alice tínhamos acesso livre em La push.

Cheguei a casa de Bella e a festa já havia começado.

-Olá para todos.

-Oi Edwrad.- Bella sorrio e mesmo a idade não afetava sua beleza, era como se ela não envelhecesse, uma maturidade era visível, mas seu sorriso e seu cheiro mesmo que misturados ao de cachorro ainda me faziam ter um desejo.

Durante anos eu evitava estes encontros, e se não fosse por todo carinho que tinha por Belinha e por ser seu padrinho o melhor era me afastar.

-Oi Bella. – a abracei e encarei Jacob que sempre me tinha como rival.

-Onde está minha afiliada?

-Olhe pela festa que você a verá.

-Mas faz tantos anos acho que não a reconhecerei.

-Garanto maninho que vai a reconhecer.

Ao examinar a festa a vi , perto de outros jovens dançando, era visível sua semelhança com Bella, era Lina como a mãe, o único detalhe era os cabelos loiros.

Ela se movia de uma lado para o outro sorrindo. Ao som da musica era uma trilha para sua beleza.

-Então maninho, achou?- Alice colocou a mão em meu ombro.- impressionante não é.

-demais, ela não tem nada do cacho… quer dizer do Jacob, ela é toda… Bella…

-Não vai falar com ela.

-Agora não espere ela se afastar dos amigos.

Fiquei próximo de Alice, e minha mente voava a mil em pensamentos.

Como a vida pode ser uma caixinha de surpresas, ela estava ali crescida e linda, era a copia perfeita de sua mãe e o detalhe a mesma idade quase que conheci sua mãe.

Ela não sabia dos detalhes de nossa existência, nem sabia como Bella explicava nosso aparente não envelhecimento, pois mesmo com maquiagens e tudo era visível, pelo menos para alguns.

Minhas distrações foram boas até de mais, os anos se passaram e nem percebi que esse dia chegara, o dia em que a filha de Bella estaria linda como ela.

Absorto em minhas teorias, percebi uma agitação próximo a oficina do cachorro, e fui em direção, e quando quase chegava algo se chocou em mim, Belinha.

Ela olhou para cima e me encarou, percebi seus olhos cheios de lagrimas.

-oi Tio Edward.. Você veio…

Ela soluçava cada palavra.

-Que foi meu anjo?- sequei uma lagrima com meus dedos ela tinha o rosto quente, emanava vida de seus poros, seu cheiro era tão convidativo quanto o de Bella, e tentei ler sua mente.

Era muito difícil de entrar, não impossível como a de Bella, mas era como um caminho nublado.

Percebi que como ela estava muito nervosa seus pensamentos saiam com muita facilidade e vi a situação.

-venha querida tente se recompor.

Estava frágil e sensibilizada, mas estar com ela em meus braços era reconfortante, eu tentava focar no fato que a segurei quando bebê, que segurei muitas vezes no meu colo.

-Tio Edward foi horrível o que aconteceu.

-Se não quiser falar sobre isto.- eu já sabia de tudo , mas ela era alheia ao fato de meu Don de ler mentes.

-Tudo bem, mas tio Edward como as pessoas podem ser cruéis?

-elas são, pode acreditar existem muitas pessoas cruéis.

Ficamos ali por um tempo, Bella se aproximou.

-Posso falar com minha filha?

-Não quero falar nada agora mamãe, quero esquecer por um tempo, que meu aniversário foi um fiasco.

Eu tinha que fazer algo para anima-la.

-Belinha podemos dançar?

-Dançar? Voltar lá? Não eu quero é um buraco agora que eu caiba inteira.

Uma musica começou  e vi na mente de Belinha que ela gostava muito desta musica era uma de  suas cantoras preferidas.

-Vamos dançar um pouco e assim você cala a boca de todo mundo.

Bella concordou comigo.

-Sim filha a coisas que acontecem e temos que passar por cima.

Belinha pensou um pouco e fomos dançar.

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