• Olá galera que amo aqui vai mais um Capítulo de starless Night para quem está acompanhando estão gostando?
  • espero os comentários, beijos e boa leitora

 

 

8. Do Texas ao México

Carregue a musica:

Para tocar no meio do capitulo.

http://www.vagalume.com.br/alanis-morissette/uninvited-traducao.html

Com as informações dos conhecidos de Peter, chegamos ao México,  Peter decidiu procurar Maria, ele sabia que se algum Vampiro passasse por esses territórios não passaria despercebido pelos exércitos de Maria.

Seguimos rumo aos territórios de Maria, logo fomos avistados por um membro de seu exercito.

-Olá queridos amigos, viemos em paz, queremos falar com Maria, somos conhecidos de longa data. – Peter assumiu a conversa ele já tinha experiência em como era viver com Maria e sabia o quão desconfiados se tornavam.

-Claro, mas como posso confiar em vocês?

-Não precisa confiar, traga seu homem mais habilidoso e forte, e nos escoltem até Maria, assim não correm perigo, e lhes dou outra dica podem ficar de olho, mas garanto que estamos sozinhos.

Peter falou como um soldado que sabia exatamente a melhor estratégia.

-Olá Peter quanto tempo! – Maria o cumprimentou calorosamente.

-olá Maria!

-E você quem seria. – Sua pergunta era direcionada a mim-

-Sou Edward Cullen _

“O novo clã de Jasper” Maria pensou

-Não seria um dos membros do novo clã de Jasper?

-Exatamente, sou um de seus irmãos.

“Irmãos??”

Para os outros vampiros era estranho como se referíamos a nós como família.

-Como vai Jasper?

-Esta muito bem, ele acaba de voltar de uma viajem a Europa e está em Denalli agora.

-o estilo de vida que levam é muito interessante, contudo me surpreendi com Jasper se adaptar tão bem a tal vida e dieta.

-Para ele é um tanto mais difícil do que alguns de nós, mas minha irmã o ajuda muito. – A minha mente neste instante viajou imediatamente para cena da sala, de Jasper tentando atacar a Bella.

-Pois bem, creio que não estão aqui para uma simples visita?

-você tem razão Maria, estamos em busca de informações. – Peter novamente assumia a conversa.

-Em que posso ser útil?

-Estamos seguindo o rastro de uma Vampira, e todas as pistas nos trouxeram até aqui, certamente seu exercito perceberia a visita de um estranho!

-Bem, sempre temos nômades de passagem, hoje anda calmo, é difícil o clã que decide fixar território, mas lembro-me de duas jovens que passaram por aqui.

Eu vi a imagem das duas na mente de Maria e certamente ela viu Victória.

-E sabe se podemos encontra-las?

-uma delas esteve aqui de passagem não tive muito contato com ela e a outra, andou coletando informações de meus soldados.

Peter decidiu conversar com os soldados.

-Poderia me dar mais informações de Jasper, gostaria de saber se ele tem alguma magoa?

Maria tentava conversar comigo, apesar de da deserção de Jasper, continuava afeiçoada por ele, ela mantinha uma gratidão pelos anos de serviço prestado.

-lhe garanto que da parte de Jasper não lhe ficou nenhum Rancor.

-Bom saber, eu também o perdoei por ter partido, sabia que ele não estava se sentindo bem nessa vida, e fico contente em ter encontrado a paz.

-pode deixar que lhe passo o seu recado.

Fui atrás de Peter para que quando ele entrevistasse os soldados, eu pudesse ver algo em suas mentes.

Foi uma busca meio inútil pelo fato que a maioria era recém- criados, suas mentes eram muito confusas.

A única coisa concreta que pude perceber nas mentes foi à informação de que uma das vampiras iria voltar para o norte e outra seguiu rumo  ao Brasil, na América do sul.

Voltamos ao acampamento de Maria, somente para nos despedir e seguimos a cidade paramos em uma pensão simples, não queria ter que fazer chekin em hotel agora.

Pegamos um único quarto, pois só queríamos esperar o dia passar e a noite seguiríamos nosso rumo que ate era incerto.

-Edward o que pensa em fazer agora?

-Bem acho que chegou a hora de nos separar.

Peter ficou espantado com minha nova estratégia, ele lembrou imediatamente da promessa que fez a Jasper, e entendi o porque dele estar tão disposto a me ajudar.

-Peter não se preocupe eu vou ficar bem, creio que você cumpriu bem sua promessa com Jasper.

Peter lembrou de que quando Jasper entrou em contato seu maior pedido foi que tentasse manter a minha sanidade para não fazer nenhuma besteira.

-Como vamos proceder agora amigo?

-Vamos se separar, vou a aeroporto e pego um voo até a America do sul, você e Charlote ficam com meu carro, e podem o levar até Denali para Alice.

-Sim, entendi faremos o caminho inverso, assim podemos saber qual das vampiras foi para o sul e qual foi para o norte.

-Eu irei para o sul, pois acho o mais provável, ela estava determinada a chegar cada vez mais ao sul, talvez esse seja seu destino.

-Mas se encontrarmos alguma pista te ligamos.

-Tudo bem, vou deixar dinheiro suficiente para a viajem, vocês podem assim aproveitar mais de sua lua de mel, como Charlote diz, e ela pode usar o resto do dinheiro do cartão que a dei.

-foi um prazer esta viajem com você, espero encontrar seu objetivo.

-Creio meu amigo que meu objetivo nada tem haver com a Victória.

-Percebi sim.

-Há Edward foi um Prazer, obrigado por estas férias, foi a melhor lua de mel que tive com Peter, fiquei tão mau acostumada que vai ser difícil deixar esta vida de luxo.

Depois das formais despedidas, coloquei em uma mochila, somente o essencial, o restante deixei no porta malas do volvo, entreguei a chave para Peter.

Fui ao aeroporto e a escolha estava difícil, como saber para que parte da America do sul ela iria, decidi ir para o Rio de Janeiro.

Chegando ao rio de janeiro, essa época do ano o calor e o sol são grandes, fiquei no aeroporto até o sol se por.

Fui atrás de um hotel, hospedei-me no Copacabana Palace hotel, mesmo estando sozinho não deixaria de me sentir civilizado, se isso eu fizesse talvez o pouco que me restasse de sanidade se esvaeceria.

O mais difícil é a hora do crepúsculo, a hora que sei que um dia termina, mas outro logo vira, e eternamente será assim.

Gasto meu tempo esperando com que distrações façam com que me esqueça, totamente inútil, não há distração para agonia.

A noite chegou as ruas do Rio nunca ficam vazias então decidi sair para um passeio noturno.

(MUSICA) (Alanis)

Chegando a Copacabana, as luzes intensas a movimentação tudo isso não era suficiente para distrair minha mente, eu caminhava na areia, retirei meus calçados para sentir a aspereza , logo a água do mar atingia meus pés, pude sentir a água quente, e a lembrança do calor de seu corpo veio imediatamente a meu pensamento.

A lembrança de sua pergunta ecoava em minha mente:

“ O que é mais tentador para você: meu sangue ou meu corpo?”

Como decidir algo que tem igual valor em minhas necessidade, mas hoje, aqui depois de muito tempo longe, eu diria que seu calor, seu corpo me fazia mais falta.

A fascinação pelo calor de sua pele, sempre sabendo que é uma cobiça, algo não permitido, algo que jamais poderei pensar em ter.

A medida que eu escutava as ondas indo e vindo, os motivos de estar longe ficavam oscilando igualmente  em minha mente.

Ao avistar um casal de namorados no banco, lembrei de quando Jessica queria saber se éramos namorados, e o brilho nos olhos de Bella querendo saber se realmente poderia me considerar assim.

Como um anjo perfeito poderia almejar e ter fascinação por um monstro, “ Não importa” ,

Essa sua alegação sempre soou errado, claro que importa, como poderíamos ficar assim como este casal de namorados, simplesmente juntos, talvez depois eles queiram levar seu relacionamento a outro nível, deixar a luxuria ocupar o lugar que se deve em um relacionamento.

Como ainda retirar esta experiência humana dela, ter família, filhos, algo impossível para um monstro miserável.

A noite se arrastava eu não tinha mais forças de continuar em minha busca, eu deveria desistir?

No entanto o que seria de minha existência se eu não achasse uma distração?

Novamente cheguei as ruas, então em um ato de desespero talvez  entrei em um Bar, mas não como os humanos para beber, pensei talvez em me distrair com as mentes humanas, poderia se dizer que seria como ouvir programas de radio.

Ao entrar no bar o garçom logo me trouxe o cardápio e me perguntou o que queria beber, lógico que não poderia ficar aqui sentado sem pelo menos pedir algo, observei logo a bebida mais pedida.

-Uma cerveja, e só.- entreguei-lhe o cardápio para saber que não desejava mais nada.

Quando a bebida chegou, fiquei vagando pelas mente alheias.

Foi quando eu senti um cheiro, e logo uma mente diferente mais alta e clara do que as mentes humanas.

“ O que será que ele faz aqui?”

Sim, com certeza era uma vampira, e já havia percebido minha presença.

Dei uma varredura pelo local e logo a avistei.

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